Brooklyn: Sem Pai Nem Mãe (Motherless Brooklyn, EUA, 2019) –
Nota 7,5
Direção – Edward Norton
Elenco – Edward Norton, Gugu Mbatha Raw, Bruce Willis, Alec
Baldwin, Bob Cannavale, Willem Dafoe, Ethan Suplee, Cherry Jones, Dallas
Roberts, Josh Pais, Fisher Stevens, Michael Kenneth Williams, Peter Gray Lewis,
Robert Wisdom, Radu Spinghel.
Nova York, anos cinquenta. Frank Minna (Bruce Willis) é o
dono de uma agência de detetives que termina assassinado por capangas de um
chefão do crime. Um de seus funcionários é Lionel Essrog (Edward Norton), que
não se conforma com a morte do patrão e também amigo.
Ele decide investigar e se envolve em um complexo caso envolvendo chantagens e segredos entre um grupo de criminosos e autoridades da prefeitura. A investigação é ainda mais difícil porque Lionel sofre da Sindrome de Tourette, que resulta em tiques nervosos e vocais, principalmente palavrões ditos em momentos inoportunos.
Dezenove anos após do simpático “Tenha Fé”, o ator Edward Norton retorna à direção neste longa que remete aos antigos filmes noir, porém com uma pitada de comédia explorada através da condição do protagonista. É necessário ressaltar que o personagem é extremamente inteligente e competente como detetive, mesmo com o transtorno nervoso.
O roteiro ainda toca em temas como os direitos civis que estavam surgindo nos Estados Unidos na época e a especulação imobiliária.
Além da boa atuação de Edward Norton, vale destacar o estranho personagem de Willem Dafoe e a ótima reconstituição de época.
É um filme interessante com um protagonista inusitado.
Ele decide investigar e se envolve em um complexo caso envolvendo chantagens e segredos entre um grupo de criminosos e autoridades da prefeitura. A investigação é ainda mais difícil porque Lionel sofre da Sindrome de Tourette, que resulta em tiques nervosos e vocais, principalmente palavrões ditos em momentos inoportunos.
Dezenove anos após do simpático “Tenha Fé”, o ator Edward Norton retorna à direção neste longa que remete aos antigos filmes noir, porém com uma pitada de comédia explorada através da condição do protagonista. É necessário ressaltar que o personagem é extremamente inteligente e competente como detetive, mesmo com o transtorno nervoso.
O roteiro ainda toca em temas como os direitos civis que estavam surgindo nos Estados Unidos na época e a especulação imobiliária.
Além da boa atuação de Edward Norton, vale destacar o estranho personagem de Willem Dafoe e a ótima reconstituição de época.
É um filme interessante com um protagonista inusitado.
Tenha Fé (Keeping
the Faith, EUA, 2000) – Nota 6,5
Direção –
Edward Norton
Elenco –
Ben Stiller, Edward Norton, Jenna Elfman, Eli Wallach, Anne Bancroft, Ron
Rifkin, Milos Forman, Holland Taylor, Rena Sofer, Lisa Edelstein, Ken Leung,
Brian George.
Jake (Ben
Stiller) e Brian (Edward Norton) são amigos de infância que na vida adulta
seguiram caminhos diferentes de acordo com a religião de cada um. Jake se tornou
rabino, porém é visto com desconfiança pelas pessoas que frequentam sua
sinagoga por não ser casado, enquanto o católico Brian estudou para ser
padre.
As diferenças religiosas nunca ameaçaram a amizade, até que entra em
cena a amiga de infância da dupla chamada Anna (Jenna Elfman), que volta para
cidade. O reencontro desperta a atração dos amigos pela mulher e o início de
uma rivalidade.
Este longa que marcou a estreia do ator Edward Norton na
direção apresenta uma premissa interessante e atual ao explorar as diferenças religiosas e os dogmas que muitas vezes amarram os desejos das pessoas.
A proposta do roteiro
é mostrar estes conflitos de uma forma leve, sem se aprofundar no drama,
inclusive com pitadas de comédia. Esta escolha faz com que o filme jamais decole,
ficando em um meio-termo morno.
O resultado é um longa apenas razoável.
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