domingo, 20 de junho de 2021

Synchronic & Infinite

 


Synchronic (Synchronic, EUA, 2019) – Nota 6,5
Direção – Justin Benson & Aaron Moorhead
Elenco – Anthony Mackie, Jamie Dornan, Katie Aselton, Ally Ioannides, Ramiz Monsef.

Steve (Anthony Mackie) e Dennis (Jamie Dornan) são paramédicos e amigos de longa data. Em uma série de ocorrências que variam entre mortes e acidentes bizarros, Steve encontra em todos estes locais uma embalagem de um droga sintética legal chamada Syncronic. Quando Steve descobre ter um tumor no cérebro e pouco tempo de vida, ele decide comprar esta droga e experimentar para descobrir os efeitos. 

A premissa é intrigante, assim como os efeitos do uso da droga que transforma o longa em uma curiosa ficção. O problema é que a história é desenvolvida de forma apenas mediana, com algumas situações clichês enfrentadas pelo protagonista e efeitos especiais que deixam a desejar. 

A criatividade da premissa tinha tudo para resultar em um filme bem melhor.

Infinite (Infinite, EUA, 2021) – Nota 5,5
Direção – Antoine Fuqua
Elenco – Mark Wahlberg, Chiwetel Ejiofor, Sophie Cookson, Dylan O’Brien, Jason Mantzoukas, Rupert Friend, Toby Jones, Johannes Haukur Johannesson.

Em um futuro próximo, algumas pessoas tem o poder de lembrar suas vidas passadas. Estas pessoas se dividem em dois grupos que lutam em busca de um objeto que poderia acabar com a vida no planeta. 

Neste contexto, Evan McCauley (Mark Wahlberg) é perseguido pelos dois lados que o consideram uma espécie de Messias. O próprio Evan não sabe que suas alucinações diagnosticadas como esquizofrenia são na verdade lembranças de outras vidas. 

A premissa das vidas passadas era ótima e tinha tudo para render um bom longa de ficção, mas infelizmente o diretor Antoine Fuqua se perdeu totalmente em meio a exageros de ação e uma péssimo desenvolvimento da trama. 

O filme começa e termina com duas sequências de ação absurdas, daquelas que parecem game em que o protagonista tem diversas vidas. Entre as duas sequências o roteiro entrega um infinidade de clichês em meio a uma narrativa que por mais estranho que pareça é arrastada para contar os detalhes da vida do protagonista. Por sinal, Mark Wahlberg atua no piloto automático como sempre, enquanto Chiwetel Ejiofor está totalmente caricato como o vilão. 

É um filme que decepciona.

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