quinta-feira, 5 de julho de 2018

15h17: Trem Para Paris

15h17: Trem Para Paris (The 15:17 to Paris, EUA, 2018) – Nota 6,5
Direção – Clint Eastwood
Elenco – Alek Skarlatos, Spencer Stone, Anthony Sadler, Judy Greer, Jenna Fischer, Tony Hale, Steve Coulter.

Agosto de 2015. Os amigos Alex (Alex Skarlatos), Spencer (Spencer Stone) e Anthony (Anthony Sadler) viajam de trem em direção a Paris quando são surpreendidos por um terrorista. Os dois primeiros são militares e percebem que a única chance de sobreviver é enfrentar o criminoso. 

O diretor Clint Eastwood presta aqui uma homenagem aos três americanos que se tornaram heróis. Os personagens são interpretados por eles mesmos, resultando em atuações amadoras. Foi uma escolha arriscada do diretor, que divide ainda a trama em duas narrativas. 

A primeira mostra a vida dos três personagens desde a adolescência, quando iniciaram a amizade na escola. A segunda narrativa é intercalada com pequenas cenas do ataque no trem, até o explosivo clímax. 

É um filme que vale a sessão pela força da história e a coragem dos protagonistas. Analisando apenas como cinema, a obra deixa a desejar.

4 comentários:

Liliane de Paula disse...

Hugo, acabei de vê "Uma passagem para a vida" que tinha gravado.
Achei o filme muito interessante, muito bonito.
Mas me perdi totalmente no final.
Sou burra ou estou burra, viu?
Deu a impressão que o Professor sabia do assalto.
E o assalto foi frustado por que?
E aquela sala de cirurgia?
Responde, viu?

Luli, comentou esse 15h 17: Trem para Paris.
Anotei e vamos vê se consigo achar.

O filme "Simplesmente feliz" de 2008, vou procurar.

Hugo disse...

Liliane - Vou responder no seu blog.

Luli Ap disse...

Olá Hugo
Achei que o roteiro foi muito esticado e apesar de entender que é quase impossível criar um filme de 90 minutos baseado num acontecimento de 30 segundos, focar tanto tempo na amizade dos três ficou cansativo e muita coisa foi desnecessária.
Massss concordo que vale pela história e pela coragem deles.
Bjs Luli

Hugo disse...

Luli - Isso mesmo. Pouca história para ser contada e a escolha de mostrar a adolescência para preencher tempo não funcionou.

Bjos