segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Evereste

Evereste (Everest, Inglaterra / EUA / Islândia, 2015) – Nota 7,5
Direção – Baltasar Kormakur
Elenco – Jason Clarke, Josh Brolin, Jake Gyllenhaal, John Hawkes, Sam Worthington, Michael Kelly, Robin Wright, Emily Watson, Keira Knightley, Martin Henderson, Ingvar Eggert Sigurdsson, Naoko Mori.

Em 1996, o alpinista neozelandês Rob Hall (Jason Clark) organizava uma expedição para chegar ao cume do Evereste. Os poucos participantes pagavam pequenas fortunas para realizar o sonho. Durante um mês, Hall, sua equipe e os participantes treinavam a escalada, subindo um pouco mais a cada dia, para fazer com o que corpo se adaptasse a falta de ar e ao gelo. No dia da escalada final, mesmo com toda a preparação e os cuidados necessários, uma inesperada tempestade se forma quando o grupo está perto do topo, causando uma tragédia. 

O homem contra a natureza é a frase perfeita para definir este eficiente longa baseado numa história real. 

Na primeira hora, somos apresentados aos personagens, um pouco de suas motivações e toda a preparação para o grande dia. A segunda parte foca na luta pela vida de alguns personagens, misturando drama, ação e suspense, sem apelar para cenas exageradas de ação, mantendo a tensão através de uma narrativa sóbria. 

O elenco recheado de rostos conhecidos é destaque, também por colocar astros como Jake Gyllenhaal e Keira Knightley em pequenos papéis, porém extremamente importantes para trama. 

Um dos participantes da escalada foi o jornalista Jon Krakauer, interpretado por Michael Kelly, que anos depois escreveria o livro “Na Natureza Selvagem”, que se transformaria em belíssimo filme nas mãos de Sean Penn.

Eu esperava menos e por isso tive uma surpresa agradável com este filme.

3 comentários:

Ana Leonilia disse...

Ainda bem que você gostou. Estou querendo assistir desde que vi o trailer um dia desses. Tinha um pouco de receio, porque filmes assim exploram drama, ação, aventura etc. Não sabia o que esperar. Mas não tem exageros. Isso é bom.

Bjs ;)

Amanda Aouad disse...

Não posso dizer que eu esperava mais nem menos, rs. Na verdade, fui ver sem grandes pretensões. Mas, ao contrário de você não sai tão satisfeita, acho que o filme acaba criando um paradoxo ao questionar tanto o porquê daquela expedição, ao contrário de A Travessia, que nos ajuda a compreender os motivos do protagonista.

bjs

Hugo disse...

Ana - Eu gostei, o filme mistura bem aventura com drama

Amanda - Ainda não assisti "A Travessia" para comparar.

Bjos