sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Tomorrowland: Um Lugar Onde Nada é Impossível

Tomorrowland: Um Lugar Onde Nada é Impossível (Tomorrowland, EUA / Espanha, 2015) – Nota 7,5
Direção – Brad Bird
Elenco – George Clooney, Britt Robertson, Raffey Cassidy, Hugh Laurie, Tim McGraw, Kathryn Hahn, Keegan Michael Kee, Chris Bauer, Pierce Gagnon.

Em 1964, durante a Feira Mundial em Nova York, o garoto Frank Walker (Pierce Gagnon) tenta apresentar uma mochila que acoplada ao corpo faz a pessoa voar. Como a invenção nem sempre funciona, ela é descartada pelo organizador (Hugh Laurie). Para sua surpresa, uma garotinha (Raffey Cassidy) lhe entrega um broche, que ao ser acionado o transporta para um maravilhoso mundo futurista. 

A trama pula para 2009, quando a jovem Casey (Britt Robertson) tenta sabotar algumas torres da Nasa no deserto para manter o emprego do pai, que será dispensado pois o trabalho no local terminou. Casey acaba presa e ao ser liberada encontra entre seus pertences o mesmo broche de 1964. Ao tocar no broche, Casey acessa uma realidade virtual onde consegue passear pelo mesmo mundo futurista mostrado décadas atrás. Com a curiosidade aguçada, a garota decide encontrar o verdadeiro local. 

O roteiro escrito pelo diretor Brad Bird em parceria com Damon Lindelof explora o lado bom e também o lado ruim do ser humano. A proposta é mostrar que a mesma capacidade que o ser humano tem em construir coisas fantásticas, também é utilizada para destruir o planeta. Mesmo com algumas cenas de ação violentas, a mensagem do filme é pacifista e também incentiva as pessoas a acreditarem em seus sonhos. 

A narrativa ágil e os efeitos especiais de primeira, principalmente nas sequências no mundo futurista são os pontos altos, assim como a química entre trio principal. O astro George Clooney, a jovem Britt Robertson e a garotinha Raffey Cassidy interpretam personagens que criam empatia com o público, com ajuda dos divertidos diálogos e dos já citados efeitos especiais. 

Não será um clássico, mas é um filme extremamente competente na proposta de entregar uma ficção divertida.

4 comentários:

Gustavo H. Razera disse...

Me surpreende ler uma opinião positiva assim - tentei ver o filme e desliguei uns 15 minutos depois. Achei aquele otimismo todo bobo e aquela criancinha irritante. Mas, pelo visto, me precipitei. Em deferência a Bird e Lindelof, vou tentar de novo algum dia...

Cumps.

Hugo disse...

Gustavo - Sem entrar em muitos detalhes, o garotinho fica em cena em torno de 15 a 20 minutos, quando a trama pula para 2009, o filme melhora bastante.

Abraço

Amanda Aouad disse...

Que bom ver mais uma pessoa que pensa como eu, rs. Muitas críticas detonaram o filme, mas também vejo a mensagem positiva e a forma como o filme é desenvolvido bem interessante. Longe mesmo de ser um clássico, mas acho que cumpre sua função.

bjs

Hugo disse...

Amanda - Como o Gustavo citou, acredito que os primeiros 15 ou 20 minutos com o garotinho deixam a impressão de que seria um filme bem infantil, mas a partir do momento em que a trama pula para 2009, o filme cresce.

Bjos