terça-feira, 19 de julho de 2016

Mais Forte Que Bombas

Mais Forte Que Bombas (Louder Than Bombs, Noruega / França / Dinamarca / EUA, 2015) – Nota 7
Direção – Joachim Trier
Elenco – Gabriel Byrne, Jesse Eisenberg, Isabelle Huppert, Devin Druid, Amy Ryan, David Straithairn, Ruby Jerins, Megan Ketch, Rachel Brosnahan.

Quatro anos após a morte da fotógrafa Isabelle (Isabelle Huppert), sua família se prepara para uma exposição de suas fotos e também para um artigo que um jornalista amigo (David Straithairn) escreverá sobre sua vida, inclusive confirmando que o acidente de automóvel que matou Isabelle foi um suicídio. 

A situação traz à tona lembranças, frustrações e segredos que balançam a vida do viúvo Gene (Gabriel Byrne), de seu filho mais velho Jonah (Jesse Eisenberg) e principalmente do caçula, o adolescente Conrad (Devin Druid). 

O diretor dinamarquês Joachim Trier, do elogiado “Oslo, 31 de Agosto”, entrega aqui um drama familiar um tanto frio. Ele intercala duas narrativas. A primeira segue os dias atuais focando na crise de relacionamento entre Conrad e o pai, além das dúvidas de Jonah sobre seu próprio casamento. 

A segunda narrativa destrincha o passado, mostrando como o trabalho de Isabelle influenciou nos problemas familiares. Isabelle era uma fotógrafa que viajava o mundo, deixando marido e filhos em segundo plano, mesmo demonstrando que os amava no pouco tempo em que ficavam juntos. 

A história não é tão forte como o título sugere, na verdade é um drama mediano sobre pessoas que se amam, mas que demonstram dificuldades em se relacionar.

4 comentários:

Gustavo H. Razera disse...

Tenho de concordar. É um drama sensível, mas que não marcará a memória com o passar do tempo.

Cumps.

Hugo disse...

Gustavo - É um filme mediano.

Abraço

Liliane de Paula disse...

Para mim, parece bom.
Gosto de dramas e de histórias possíveis.
Mas, o filme é norueguês e os atores americanos(menos Isabelle)?
Talvez mais barato filmar fora.


Reclamei na Anatel sobre minha conexão.
Um terror.

Hugo disse...

Liliane - O filme é um co-produção de três países. A Noruega é um deles por causa do diretor que é norueguês e que estreava aqui em uma produção com elenco internacional.