
Direção – Tom Tykwer
Elenco – Franka Potente, Moritz Bleitbreu, Herbert Knaup, Nina Petri, Armin Rohde.
Em Berlim, Lola (Franka Potente) é uma jovem que fica desesperada ao receber um telefonema do namorado que tem somente vinte minutos para pagar um enorme quantia que deve para um traficante. Ela sai em disparada pela cidade com o objetivo de pedir o dinheiro para o pai que é o gerente de um banco, porém terá de enfrentar vários obstáculos pelo caminho.
Ao lado do complexo “A Viagem” de 2012, esse “Corra, Lola, Corra” é o melhor trabalho da carreira do diretor e roteirista alemão Tom Tykwer. O que seria um trama básica de correria para salvar uma vida, resulta em um dos longas mais criativos da história do cinema, mesmo com alguns furos.
A corrida da protagonista em busca do dinheiro é repetida por três vezes em sequências de vinte minutos. Cada tentativa termina de uma forma diferente por causa das pequenas decisões que ela toma em sua corrida, seja desviando de um carrinho de bebê ou por causa de um automóvel saindo de uma garagem.
A montagem frenética, a trilha sonora eletrônica e a estrutura repetitiva criam uma experiência extremamente criativa sobre o impacto do tempo e das pequenas ações no rumo da vida.
Nenhum comentário:
Postar um comentário