segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Júlia e Júlia & V.I. Warshawski

 

Júlia e Júlia (Julia and Julia, EUA, 1987) – Nota 5
Direção – Peter Del Monte
Elenco – Kathleen Turner, Gabriel Byrne, Sting, Gabriele Ferzetti, Yorgo Voyagis.

Julia (Kathleen Turner) é uma mulher que começa a viver duas realidades paralelas sem muita explicação. Na primeira ela é uma dona de casa frustrada casada com Paolo (Gabriel Byrne), enquanto na segunda ela vive uma fotógrafa bem-sucedida e independente que tem um caso com um estranho (Sting). Conforme as duas realidades se cruzam, Julia é forçada a tomar decisões complicadas. 

Esse drama psicológico introspectivo foi uma tentativa do esquecido diretor e roteirista italiano Peter Del Monte emplacar um sucesso fora de seu país através do elenco de famosos e das sequências quentes entre a bela Kathleen Turner no auge da carreira e o roqueiro Sting, que se aventurou algumas vezes no cinema na época. 

A estética do filme envelheceu bastante, assim como o roteiro que mesmo tentando fazer reflexões sobre identidade e possibilidades, resulta em algo bastante confuso e até sem sentido em vários momentos.

V.I. Warshawski – Bonita e Perigosa (V.I. Warshawski, EUA, 1991) – Nota 5
Direção – Jeff Kanew
Elenco – Kathleen Turner, Jay O. Sanders, Angela Goethals, Charles Durning, Frederick Coffin, Stephen Meadows, Wayne Knight, Stephen Root.

A detetive particular V.I. Warshawski (Kathleen Turner), que é bonita, inteligente e sarcástica, se envolve em um caso perigoso ao investigar a morte de um antigo amigo. A investigação a leva a uma conspiração em Chicago e também coloca em seu caminho uma garota órfã. 

Este longa foi produzido numa época em que a atriz Kathleen Turner ainda estava no auge da carreira e tinha o objetivo de explorar o filão de comédia policial comum nos anos oitenta e noventa. A escolha de transformar a trama com o estilo noir em comédia não funcionou aqui. As poucas sequências de ação são fracas e as pitadas de comédia não tem graça alguma. 

Esse longa marcou o início da decadência na carreira da atriz, que depois desse trabalho nunca mais conseguiu emplacar um bom filme como protagonista.

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