Caos (Chaos, EUA / Canadá / Inglaterra, 2005) – Nota 7,5
Direção – Tony Giglio
Elenco – Jason Statham, Ryan Phillippe, Wesley Snipes, Henry Czerny, Justine Waddell, Nicholas Lea, Jessica Steen, John Cassini, Damon Johnson, Paul Perri.
O indisciplinado Quentin Connors (Jason Statham) está afastado da polícia devido aos seus atos, porém é chamado para ajudar numa investigação que tentará prender o assaltante de bancos Lorenz (Wesley Snipes). Além dos problemas de um caso complicado como este, Quentin terá de se acertar com um novo parceiro, o jovem Shane Dekker (Ryan Phillippe), policial extremamente honesto, que não aprova as atitudes do veterano e utiliza a Teoria do Caos para tentar resolver o caso.
Apesar de parecer um história cheia de clichês, o roteiro tem um bom suspense misturado com competentes cenas de ação e uma interessante reviravolta final, além da curiosa utilização da Teoria do Caos no desenrolar do longa.
Outro ponto que vai agradar aos fãs de filmes de ação é a presença de dois astros do gênero, o quase veterano Wesley Snipes, que na época foi condenado por sonegação de impostos e passou um tempo na cadeia e Jason Statham, presença constante nos filmes de ação dos últimos anos.
Uma boa diversão sem compromisso.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Território Restrito
Território Restrito (Crossing Over, EUA, 2009) – Nota 7,5
Direção – Wayne Kramer
Elenco – Harrison Ford, Ray Liotta, Ashley Judd, Jim Sturgess, Cliff Curtis, Alice Braga, Alice Eve, Summer Bishil, Jacqueline Obradors, Justin Chon.
O policial do departamente do imigração Max Brogan (Harrison Ford) é um sujeito solitário e extremamente humano que trabalha em Los Angeles com o parceiro de origem árabe, Hamid Baraheri (Cliff Curtis) e juntos lideram batidas em fábricas que utilizam imigrantes ilegais como funcionários. Numa destas batidas ele prende a jovem Mireya (a brasileira Alice Braga), que suplica para que ele busque seu filho e leve de volta para a casa dos avós no México. Já a advogada Denise (Ashley Judd) luta pelos direitos dos ilegais e precisa defender a jovem Taslima (Summer Bishil), que por escrever um texto sobre 11 de Setembro acabou presa como suspeita de terrorismo. Denise é casada com o canalha Cole (Ray Liotta), supervisor de imigração que analisa os pedidos de Green Card para ilegais e que num certo dia se envolve num acidente de carro com a bela australiana Claire (Alice Eve). Aproveitando a chance, ele chantageia a garota em troca de um possível ok no Green Card da jovem por favores sexuais. Por final, temos o inglês Gavin (Jim Sturgess), músico que tenta usar sua origem judaica para conseguir o visto de permanência no país.
O filme pode não ser brilhante, mas é competente ao mostrar diversas situações que são conseqüências da imigração. Preconceito, corrupção e injustiça são os ingredientes desta difícil situação no mundo atual e sendo ainda mais complicada nos EUA, em virtude das leis que endureceram muito a vida dos imigrantes após os atentados de 11 de setembro, aumentando e muito o preconceito con os ilegais no país. Outro detalhe triste que se percebe no filme é que o preconceito também existe entre os próprios ilegais, geralmente conflitos de todas as formas.
O elenco dá conta do recado e o destaque vai para Harrison Ford num papel contido, de alguém que não acredita no sistema e a beleza da desconhecida Alice Eve. A brasileira Alice Braga tem um papel muito pequeno, mas ao mesmo tempo importante para a trama.
Direção – Wayne Kramer
Elenco – Harrison Ford, Ray Liotta, Ashley Judd, Jim Sturgess, Cliff Curtis, Alice Braga, Alice Eve, Summer Bishil, Jacqueline Obradors, Justin Chon.
O policial do departamente do imigração Max Brogan (Harrison Ford) é um sujeito solitário e extremamente humano que trabalha em Los Angeles com o parceiro de origem árabe, Hamid Baraheri (Cliff Curtis) e juntos lideram batidas em fábricas que utilizam imigrantes ilegais como funcionários. Numa destas batidas ele prende a jovem Mireya (a brasileira Alice Braga), que suplica para que ele busque seu filho e leve de volta para a casa dos avós no México. Já a advogada Denise (Ashley Judd) luta pelos direitos dos ilegais e precisa defender a jovem Taslima (Summer Bishil), que por escrever um texto sobre 11 de Setembro acabou presa como suspeita de terrorismo. Denise é casada com o canalha Cole (Ray Liotta), supervisor de imigração que analisa os pedidos de Green Card para ilegais e que num certo dia se envolve num acidente de carro com a bela australiana Claire (Alice Eve). Aproveitando a chance, ele chantageia a garota em troca de um possível ok no Green Card da jovem por favores sexuais. Por final, temos o inglês Gavin (Jim Sturgess), músico que tenta usar sua origem judaica para conseguir o visto de permanência no país.
O filme pode não ser brilhante, mas é competente ao mostrar diversas situações que são conseqüências da imigração. Preconceito, corrupção e injustiça são os ingredientes desta difícil situação no mundo atual e sendo ainda mais complicada nos EUA, em virtude das leis que endureceram muito a vida dos imigrantes após os atentados de 11 de setembro, aumentando e muito o preconceito con os ilegais no país. Outro detalhe triste que se percebe no filme é que o preconceito também existe entre os próprios ilegais, geralmente conflitos de todas as formas.
O elenco dá conta do recado e o destaque vai para Harrison Ford num papel contido, de alguém que não acredita no sistema e a beleza da desconhecida Alice Eve. A brasileira Alice Braga tem um papel muito pequeno, mas ao mesmo tempo importante para a trama.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Legalmente Loira
Legalmente Loira (Legally Blonde, EUA, 2001) – Nota 6,5
A princípio o filme parece ser apenas mais uma comédia boba, mas por trás das personagem perua de Witherspoon, o roteiro tem uma história que tenta mostrar que a capacidade da pessoa não está ligado ao modo de se vestir ou de onde ela veio, misturando esta pequena lição com algumas piadas engraçadas. Uma inofensiva diversão.
Legalmente Loira 2 (Legally Blonde II: Red, White & Blonde, EUA, 2003) – Nota 5,5
Direção – Charles Herman Wurmfeld
Elenco – Reese Witherspoon, Sally Field, Regina King, Jennifer Coolidge, Bruce McGill, Dana Ivey, Mary Lynn Rajskub, Jessica Cauffiel, Alanna Ubach, Stanley Anderson, Bob Newhart, Luke Wilson.
Aqui a patricinha Elle Woods (Reese Witherspoon) já é uma advogada, trabalha em uma grande firma e está prestes a casar com Emmet (Luke Wilson). Em certo momento descobre que uma empresa de cosméticos faz testes com animais e resolve processá-la, porém os sócios da firma de advocacia não aceitam a idéia e a dispensam do emprego. Por um acaso ela consegue trabalho em Washington com a congressista Victoria Rudd (Sally Field) e em meio a confusões no congresso, consegue dar início a um processo contra a empresa de cosméticos.
O filme segue a mesma linha do original, com Witherspoon conseguindo resolver as situações com seu modo diferente e engraçado, porém o resultado é inferior.
Direção – Robert Luketic
Elenco – Reese Witherspoon, Luke Wilson, Selma Blair, Matthew Davis, Victor Garber, Jennifer Coolidge, Holland Taylor, Ali Larter, Jessica Caufiel, Linda Cardellini, Alanna Ubach, Raquel Welch.
A jovem Elle Woods (Reese Whiterspoon) é a típica patrícinha do colégio e namora com o também o rico Warner (Matthew Davis), com quem ela planeja se casar. Porém pouco antes da formatura, Warner dispensa a garota dizendo que ela não está a sua altura, que é apenas fútil e como ele estudará em Harvard a trocou por outra jovem mais inteligente, Vivian (Selma Blair). Apesar de sua futilidade, Elle não aceita a situação e resolve mostrar ao ex-namorado do que é capaz, usa sua esperteza e seu dinheiro para conseguir ser aceita em Harvard e estudar direito.
A princípio o filme parece ser apenas mais uma comédia boba, mas por trás das personagem perua de Witherspoon, o roteiro tem uma história que tenta mostrar que a capacidade da pessoa não está ligado ao modo de se vestir ou de onde ela veio, misturando esta pequena lição com algumas piadas engraçadas. Uma inofensiva diversão.
Legalmente Loira 2 (Legally Blonde II: Red, White & Blonde, EUA, 2003) – Nota 5,5
Direção – Charles Herman Wurmfeld
Elenco – Reese Witherspoon, Sally Field, Regina King, Jennifer Coolidge, Bruce McGill, Dana Ivey, Mary Lynn Rajskub, Jessica Cauffiel, Alanna Ubach, Stanley Anderson, Bob Newhart, Luke Wilson.
Aqui a patricinha Elle Woods (Reese Witherspoon) já é uma advogada, trabalha em uma grande firma e está prestes a casar com Emmet (Luke Wilson). Em certo momento descobre que uma empresa de cosméticos faz testes com animais e resolve processá-la, porém os sócios da firma de advocacia não aceitam a idéia e a dispensam do emprego. Por um acaso ela consegue trabalho em Washington com a congressista Victoria Rudd (Sally Field) e em meio a confusões no congresso, consegue dar início a um processo contra a empresa de cosméticos.
O filme segue a mesma linha do original, com Witherspoon conseguindo resolver as situações com seu modo diferente e engraçado, porém o resultado é inferior.
domingo, 4 de abril de 2010
A Maldição de Samantha
A Maldição de Samantha (Deadly Friend, EUA, 1986) – Nota 6,5
Direção – Wes Craven
Elenco – Matthew Laborteaux, Kristy Swanson, Michael Sharrett, Anne Twomey, Anne Ramsey, Richard Marcus.
O adolescente Paul Conway (Matthew Laborteaux) se muda com a família para uma pequena cidade e leva consigo o robô “Bee Bee”, que ele mesmo criou. Na nova cidade ele faz amizade com Tom (Michael Sharrett) e começa a namorar a bela Samantha (Kristy Swanson). Tudo vai bem até que a vizinha ranzinza (a mal encarada e falecida Anne Ramsey de “Os Goonies”) destrói seu robô e além disso o pai alcoólatra de Samantha não aceita o novo amor da filha e resolve espancar a garota que acaba quase morta. Como Paul não se conforma com a situação da namorada, seqüestra a jovem de dentro do hospital com ajuda de seu amigo e consegue salvá-la criando uma espécie de Frankenstein feminina, misturando partes do robô no corpo da garota, que acorda diferente e com uma força incomum, começando assim sua vingança contra aqueles que a maltrataram.
Este filme de Wes Craven foi feito no auge do gênero terror nos anos oitenta e tem uma história de filme B, numa produção sem muitos recursos mas feita com a criatividade de sempre presente nas obras de Craven.
O elenco tem como destaque a bela Kristy Swanson, que não chegou a ser uma estrela mas até hoje é figura conhecida no cinema e em seriados de TV. Já o ator Matthew Laborteaux fez ainda alguns trabalhos mas desapareceu pelo caminho.
Direção – Wes Craven
Elenco – Matthew Laborteaux, Kristy Swanson, Michael Sharrett, Anne Twomey, Anne Ramsey, Richard Marcus.
O adolescente Paul Conway (Matthew Laborteaux) se muda com a família para uma pequena cidade e leva consigo o robô “Bee Bee”, que ele mesmo criou. Na nova cidade ele faz amizade com Tom (Michael Sharrett) e começa a namorar a bela Samantha (Kristy Swanson). Tudo vai bem até que a vizinha ranzinza (a mal encarada e falecida Anne Ramsey de “Os Goonies”) destrói seu robô e além disso o pai alcoólatra de Samantha não aceita o novo amor da filha e resolve espancar a garota que acaba quase morta. Como Paul não se conforma com a situação da namorada, seqüestra a jovem de dentro do hospital com ajuda de seu amigo e consegue salvá-la criando uma espécie de Frankenstein feminina, misturando partes do robô no corpo da garota, que acorda diferente e com uma força incomum, começando assim sua vingança contra aqueles que a maltrataram.
Este filme de Wes Craven foi feito no auge do gênero terror nos anos oitenta e tem uma história de filme B, numa produção sem muitos recursos mas feita com a criatividade de sempre presente nas obras de Craven.
O elenco tem como destaque a bela Kristy Swanson, que não chegou a ser uma estrela mas até hoje é figura conhecida no cinema e em seriados de TV. Já o ator Matthew Laborteaux fez ainda alguns trabalhos mas desapareceu pelo caminho.
sábado, 3 de abril de 2010
O Terceiro Tiro
O Terceiro Tiro (The Trouble with Harry, EUA, 1955) – Nota 7,5
Direção – Alfred Hitchcock
Elenco – John Forsythe, Edmund Gwen, Shirley MacLaine, Mildred Natwick, Mildred Dunnock, Jerry Mathers, Royal Dano.
Ontem o cinema perdeu o veterano ator John Forsythe aos noventa e dois anos. Seu papel de maior destaque foi o do patriarca do seriado "Dinastia", além de ter feito a voz do personagem Bosley no seriado "As Panteras". No cinema ele trabalhou em diversos filmes, como "Justiça para Todos" com Al Pacino e o clássico "À Sangue Frio".
Este "O Terceiro Tiro" se passa numa pequena cidade de New England, onde o velho Albert (Edmund Gwen) sai para caçar coelhos na floresta e após efetuar três disparos encontra um homem morto. No mesmo momento aparece o garoto Arnie, filho da jovem Jennifer (Shirley MacLaine ainda bem garota) que acredita também ter matado o homem, mesmo usando uma espingarda de plástico. Preocupados, os três resolvem enterrar o sujeito, porém uma senhora (Mildrer Natwick) acaba também vendo o homem morto. Esta senhora por um outro motivo também acredita que ela pode ter sido a culpada pela morte do homem. Este é o início de uma confusão que ainda terá a participação de Sam (John Forsythe), o interesse romântico de Jennifer, que ajudará a enterrar e desenterrar o corpo por três vezes, sempre para confirmar se uma destas pessoas realmente matou o sujeito.
Apesar de hoje ser um filme quase esquecido de Hitchcock, o longa é um primor do humor negro, onde os personagens estão mais preocupados em provar que não são os culpados pela morte do homem, do que descobrir quem é o sujeito.
Direção – Alfred Hitchcock
Elenco – John Forsythe, Edmund Gwen, Shirley MacLaine, Mildred Natwick, Mildred Dunnock, Jerry Mathers, Royal Dano.
Ontem o cinema perdeu o veterano ator John Forsythe aos noventa e dois anos. Seu papel de maior destaque foi o do patriarca do seriado "Dinastia", além de ter feito a voz do personagem Bosley no seriado "As Panteras". No cinema ele trabalhou em diversos filmes, como "Justiça para Todos" com Al Pacino e o clássico "À Sangue Frio".
Este "O Terceiro Tiro" se passa numa pequena cidade de New England, onde o velho Albert (Edmund Gwen) sai para caçar coelhos na floresta e após efetuar três disparos encontra um homem morto. No mesmo momento aparece o garoto Arnie, filho da jovem Jennifer (Shirley MacLaine ainda bem garota) que acredita também ter matado o homem, mesmo usando uma espingarda de plástico. Preocupados, os três resolvem enterrar o sujeito, porém uma senhora (Mildrer Natwick) acaba também vendo o homem morto. Esta senhora por um outro motivo também acredita que ela pode ter sido a culpada pela morte do homem. Este é o início de uma confusão que ainda terá a participação de Sam (John Forsythe), o interesse romântico de Jennifer, que ajudará a enterrar e desenterrar o corpo por três vezes, sempre para confirmar se uma destas pessoas realmente matou o sujeito.
Apesar de hoje ser um filme quase esquecido de Hitchcock, o longa é um primor do humor negro, onde os personagens estão mais preocupados em provar que não são os culpados pela morte do homem, do que descobrir quem é o sujeito.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Os Dez Mandamentos
Os Dez Mandamentos (The Ten Commandments, EUA, 1956) – Nota 10
Direção – Cecil B. DeMille
Elenco – Charlton Heston, Yul Brynner, Anne Baxter, Edward G. Robinson, Yvonne DeCarlo, John Derek, Debra Paget, John Derek, Cedric Hardwicke, Nina Foch, Martha Scott, Judith Anderson, Vincent Price, John Carradine.
Tenho certeza que muitas pessoas discordam da minha nota, tanto pelo história clássica que pode parecer ultrapassada para o cinema, quanto pelo filme ser antigo e pelas quase quatro horas de duração, mas o resultado é um longa completo.
O filme conta a história de Moisés (Charlton Heston), que quando bebê foi abandonado em uma cesta no Rio Nilo em virtude de ser o primogênito de uma família e que por uma lei do faraó todos estes bebês deveriam morrer. Encontrado por uma rainha egipcia, ele acaba sendo criando por ela até a fase adulta, quando recebe um chamado de Deus para guiar o povo hebreu que era escravo no Egito para a Terra Prometida. Liderando o povo hebreu, ele enfrentará diversos desafios, como fugir dos soldados do Faraó Ramsés II (Yul Brynner) abrindo o Mar Vermelho, além de receber os Dez Mandamentos e ter de passa-los para seu povo.
A grandiosidade do filme está desde a duração até a quantidade de extras usados nas filmagens, por sinal grandiosidade era algo que o diretor Cecil B. DeMille gostava e trazia em seus filmes desde os anos vinte, como na primeira versão de “Os Dez Mandamentos”.
Charlton Heston está perfeito como Moisés, ele encarnou no cinema figura míticas como Ben-Hur e El Cid sempre com competência. Os coadjuvantes também são ótimos, o grande Yul Brynner faz um Ramsés II vingativo, a bela Anne Baxter interpreta sua esposa e do grande Edward G. Robinson também tem um papel de destaque.
Direção – Cecil B. DeMille
Elenco – Charlton Heston, Yul Brynner, Anne Baxter, Edward G. Robinson, Yvonne DeCarlo, John Derek, Debra Paget, John Derek, Cedric Hardwicke, Nina Foch, Martha Scott, Judith Anderson, Vincent Price, John Carradine.
Tenho certeza que muitas pessoas discordam da minha nota, tanto pelo história clássica que pode parecer ultrapassada para o cinema, quanto pelo filme ser antigo e pelas quase quatro horas de duração, mas o resultado é um longa completo.
O filme conta a história de Moisés (Charlton Heston), que quando bebê foi abandonado em uma cesta no Rio Nilo em virtude de ser o primogênito de uma família e que por uma lei do faraó todos estes bebês deveriam morrer. Encontrado por uma rainha egipcia, ele acaba sendo criando por ela até a fase adulta, quando recebe um chamado de Deus para guiar o povo hebreu que era escravo no Egito para a Terra Prometida. Liderando o povo hebreu, ele enfrentará diversos desafios, como fugir dos soldados do Faraó Ramsés II (Yul Brynner) abrindo o Mar Vermelho, além de receber os Dez Mandamentos e ter de passa-los para seu povo.
A grandiosidade do filme está desde a duração até a quantidade de extras usados nas filmagens, por sinal grandiosidade era algo que o diretor Cecil B. DeMille gostava e trazia em seus filmes desde os anos vinte, como na primeira versão de “Os Dez Mandamentos”.
Charlton Heston está perfeito como Moisés, ele encarnou no cinema figura míticas como Ben-Hur e El Cid sempre com competência. Os coadjuvantes também são ótimos, o grande Yul Brynner faz um Ramsés II vingativo, a bela Anne Baxter interpreta sua esposa e do grande Edward G. Robinson também tem um papel de destaque.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Broken
Broken (Broken, EUA, 2006) – Nota 5
Direção – Alan White
Elenco – Heather Graham, Jeremy Sisto, Tess Harper, Randall Batinkoff, Michael Goorjian, Linda Hamilton, Jake Busey.
Uma aspirante a cantora chamada Hope (Heather Graham) sai de Cleveland e vai tentar inciar sua carreira em Los Angeles. Chegando lá ela conhece Will (Jeremy Sisto), com quem se envolve e entra no mundo das drogas pesadas.
O filme conta em flashbacks a chegada de Hope na cidade e como ela foi se afundando nas drogas, enquanto nos dias atuais ela trabalha como garçonete noturna em uma lanchonete e tenta esquecer o ex-amor.
Quanto ao elenco, novamente Jeremy Sisto (atualmente trabalhando em “Law and Order”) interpreta um personagem perturbado, assim como fazia na série “A Sete Palmos” e a bela Heather Graham interpretando bem o papel da garota cheia de sonhos que se transforma numa mulher sem rumo, mas que ainda acredita que vai conseguir sucesso.
Direção – Alan White
Elenco – Heather Graham, Jeremy Sisto, Tess Harper, Randall Batinkoff, Michael Goorjian, Linda Hamilton, Jake Busey.
Uma aspirante a cantora chamada Hope (Heather Graham) sai de Cleveland e vai tentar inciar sua carreira em Los Angeles. Chegando lá ela conhece Will (Jeremy Sisto), com quem se envolve e entra no mundo das drogas pesadas.
O filme conta em flashbacks a chegada de Hope na cidade e como ela foi se afundando nas drogas, enquanto nos dias atuais ela trabalha como garçonete noturna em uma lanchonete e tenta esquecer o ex-amor.
Quanto ao elenco, novamente Jeremy Sisto (atualmente trabalhando em “Law and Order”) interpreta um personagem perturbado, assim como fazia na série “A Sete Palmos” e a bela Heather Graham interpretando bem o papel da garota cheia de sonhos que se transforma numa mulher sem rumo, mas que ainda acredita que vai conseguir sucesso.
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