quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Spectral

Spectral (Spectral EUA, 2016) – Nota 7,5
Direção – Nic Mathieu
Elenco – James Badge Dale, Emily Mortimer, Max Martini, Bruce Greenwood, Clayne Crawford, Cory Hardrict, Gonzalo Menendez, Ursula Parker, Stephen Root.

Um soldado das Forças Especiais Americanas é assassinado por algo aparentemente sobrenatural durante uma Guerra Civil na Moldávia. Uma espécie de espectro é captado pelos óculos especiais utilizado pelo soldado. 

Para tentar entender o que aconteceu, um general (Bruce Greenwood) convoca o engenheiro que criou os óculos para analisar a imagem. Clyne (James Badge Dale) fica surpreso ao ver a imagem. Com o auxílio de uma agente da CIA (Emily Mortimer) e de um grupo de soldados liderados pelo Capitão Sessions (Max Martini), Clyne instala uma câmera de maior potência em um tanque e juntos seguem para o campo de batalha com o objetivo de filmar novamente a criatura. É o início de uma terrível batalha. 

Esta produção da Netflix resulta num eficiente longa de ação, ficção e terror, que tem como ponto principal as eletrizantes cenas de ação. A parte técnica muito bem trabalhada é um complemento, incluindo os cenários da cidade destruída e a imagem da “ameaça” que ataca os soldados. 

O roteiro também não compromete, criando até mesmo uma explicação interessante para o que ocorreu, fato revelado na parte final. 

É basicamente um filme pipoca que agradará aos fãs do gênero. 

4 comentários:

Amanda Aouad disse...

Parece curioso mesmo. Ainda não conferi, mas vai pra lista.

bjs

Hugo disse...

Amanda - Eu encontrei o filme por acaso e gostei.

Bjos

Liliane de Paula disse...

A Netflix está com uma lista grande de novos filmes e séries neste mês de janeiro.
Adoro a Netflix.
Acho que esse não me interessa.
A lista que faço com indicações suas é enorme.
Acho bom vê depois que vc comenta porque ficarei alerta para algumas coisas.

Hugo disse...

Liliane - Eu tento escrever um pouco sobre cada filme para a pessoa que ler analisar se vale a pena ou não arriscar. Como cada pessoa tem um gosto diferente, nem sempre o que eu considero bom pode interessar para quem ler.