terça-feira, 21 de maio de 2024

Em Chamas

 


Em Chamas (On Fire, EUA, 2023) – Nota 6,5
Direção – Peter Facinelli & Nick Lyon
Elenco – Peter Facinelli, Fiona Dourif, Lance Henriksen, Asher Angel, Glenn Morshower, Ashlei Foushee.

Pai (Peter Facinelli), mãe que está grávida (Fiona Dourif), filho adolescente (Asher Angel) e o avô ranzinza e doente (Lance Henriksen) vivem em uma casa nas montanhas. Quando um incêndio começa na floresta ao redor, eles terão de enfrentar diversos obstáculos para chegar até um local seguro. 

A sinopse deste longa passa a impressão de ser uma obra com produção para a tv, porém o resultado é bem melhor do que o esperado. O filme é curto, tem um ritmo ágil, diálogos corretos e boas sequências de ação, inclusive com um CGI de boa qualidade. 

O protagonista Peter Facinelli não conseguiu se firmar como astro, mas ainda trabalhou em alguns bons filmes como neste. O elenco tem ainda Fiona Dourif, filho do especialista em personagens perturbados Brad Dourif e o veterano Lance Henriksen, ator famoso por interpretar o androide na franquia “Aliens”.

segunda-feira, 20 de maio de 2024

O Viajante

 


O Viajante (The Traveler, Canadá / EUA, 2010) – Nota 5,5
Direção – Michael Oblowitz
Elenco – Val Kilmer, Dylan Neal, Paul McGillion, Camile Sullivan, Nels Lennarson, Chris Gauthier, John Cassini.

Na noite de Natal, um desconhecido (Val Kilmer) entra em uma delegacia dizendo que irá confessar seis assassinatos. Enquanto os policiais tentam identificar o sujeito e descobrir quem seriam as vítimas, fatos estranhos começam a ocorrer, transformando a noite em um inferno. 

Este é um daqueles filmes B totalmente raiz. A trilha sonora da abertura lembra a de “Jogos Mortais” e temos um astro como Val Kilmer já longe do auge da carreira como protagonista ao lado de coadjuvantes desconhecidos que são meros figurantes a serem eliminados. 

O filme é bastante violento, beirando o gore em algumas sequências. A história mistura ainda uma explicação plausível para a situação com algo totalmente fora da realidade no final. Esta escolha bizarra na mão de um diretor mais talentoso e com um orçamento maior, poderia render um filme bem melhor.

domingo, 19 de maio de 2024

Pacto de Redenção

 


Pacto de Redenção (Knox Goes Away, EUA, 2023) – Nota 7
Direção – Michael Keaton
Elenco – Michael Keaton, James Marsden, Al Pacino, Suzy Nakamura, Marcia Gay Harden, John Hoogenakker, Ray McKinnon, Nicole Reddinger, Sasha Neboga.

Knox (Michael Keaton) é um assassino profissional que descobre estar sofrendo de um tipo de demência extremamente agressiva. Quando um trabalho dá errado e em seguida ele é procurado por seu filho (James Marsden) que se meteu em um grande problema, Knox tem uma última chance de fazer algo por sua família. 

Esta interessante mistura de drama e ficção dirigida pelo ator Michael Keaton tem como ponto principal uma complexa trama criada pela mente inteligente do protagonista, que utiliza de todos os meios possíveis para lembrar do passo a passo antes que suas memórias se apaguem por completo. 

Mesmo com algumas sequências de violência, os destaques são as reviravoltas na história e as pontas que o protagonista precisa amarrar em pouco tempo. Destaque também para a pequena participação de Al Pacino como um amigo do protagonista. 

Vale citar que este é mais um filme recente em que a questão do sacrifício pessoal em prol da família é inserido na trama. O resultado é um filme indicado para quem gosta de uma boa história contada de uma forma sóbria.

sábado, 18 de maio de 2024

O Homem das Castanhas

 


O Homem das Castanhas (Kastanjemanden, Dinamarca, 2021) – Nota 7,5
Direção – Kasper Barfoed & Mikkel Serup
Elenco – Danica Curcic, Mikkel Boe Folsgaard, David Dencik, Lars Ranthe, Esben Dalgaard, Liva Forsberg, Iben Dorner, Ali Kazim, Anders Hove.

Uma jovem é encontrada morta em um bosque sem um dos pés. Ao lado do corpo a polícia encontra um pequeno boneco feito de castanhas, que é um tipo de brinquedo tradicional dinamarquês feito por crianças. 

O caso fica com os detetives Thulin (Danica Curcic) e Hess (Mikkel Boe Folsgaard), que logo desconfiam que o crime pode estar ligado ao antigo desaparecimento de uma garota filha de uma ministra. 

Esta competente minissérie dinamarquesa dividida em seis episódios é baseada em um best seller daquele país que detalha uma trama extremamente complexa, com vários personagens que em algum momento se transformam em suspeitos. 

É uma minissérie focada na investigação, deixando o suspense e a violência para os três últimos episódios, mas longe de ser uma obra de ação. Destaque para história e as locações, tanto em Copenhague, quanto no interior da Dinamarca. 

Como curiosidade, quem acompanha o cinema nórdico vai descobrir o assassino com mais rapidez, principalmente se conhecer um ator que é especialista em interpretar criminosos e vilões.

sexta-feira, 17 de maio de 2024

Cherry 2000 & Na Trilha do Inferno no Nuclear

 


Cherry 2000 (Cherry 2000, EUA, 1987) – Nota 5,5
Direção – Steve DeJarnatt
Elenco – Melanie Griffith, David Andrews, Ben Johnson, Brion James, Pamela Gidley, Marshall Bell, Laurence Fishburne, Harry Carey Jr.

No futuro os homens podem comprar esposas-robôs que são idênticas as mulheres. Sam (David Andrews) é casado com uma esposa modelo Cherry 2000 (a linda Pamela Gidley) e quando esta apresenta um defeito, o sujeito descobre que o modelo está fora de linha e para conseguir peças de reposição terá de atravessar um território perigoso até chegar ao depósito. 

Por ironia do destino, Sam contrata como guia uma mulher de verdade (Melanie Griffith), que é forte, corajosa e não fica nada a dever aos homens. Aos poucos Sam descobrirá que uma mulher de verdade pode ser mais interessante. 

Este longa se tornou cult pelas entrelinhas do roteiro, que faz um paralelo com o que acontece em muitos casamentos, que após algum tempo o marido encontra defeitos na esposa (e vice-versa) e sai a procura de outra mulher, que lhe proporciona novas aventuras. 

O filme em si é razoável, seguindo a linha de “Mad Max” ao criar um mundo futurista apocalíptico e violento com algumas boas sequências de ação e interpretações fracas. 

Como curiosidade, entre os coadjuvantes está Laurence Fishburne, quando ainda assinava como Larry Fishburne.

Na Trilha do Inferno Nuclear (Damnation Alley, EUA, 1977) – Nota 5
Direção – Jack Smight
Elenco – Jan Michael Vincent, George Peppard, Dominique Sanda, Paul Winfield, Jackie Earle Haley, Murray Hamilton.

Anos após uma guerra nuclear, um grupo de militares que conseguiram sobreviver escondidos em um bunker de um laboratório, sobem para a terra. Um novo acidente obriga os sobreviventes a tentarem atravessar o país em um veículo que parece um mistura de um caminhão com um tanque. Do deserto de Nevada, eles partem rumo a Albany onde acreditam existir o início de uma nova civilização. 

Esta ficção tem uma boa premissa, um desenvolvimento de história previsível e uma execução técnica quase amadora. Apesar de nomes famosos na época como Jan Michael Vincent e George Peppard, o filme tem um baixo orçamento que fica claro nos péssimos efeitos especiais e nas sequências de ação mal filmadas.

quinta-feira, 16 de maio de 2024

Ricky Stanicky

 


Ricky Stanicky (Ricky Stanicky, EUA, 2024) – Nota 5,5
Direção – Peter Farrelly
Elenco – Zac Efron, John Cena, Andrew Santino, Jermaine Fowler, Lex Scott Davis, William H. Macy.

Quando crianças, três amigos fazem uma travessura que termina em algo sério e culpam um amigo imaginário que eles batizam como Ricky Stanicky. Na vida adulta, os mesmos três amigos (Zac Efron, Andrew Santino e Jermaine Fowler) ainda utilizam da mesma estratégia para escapar de seus relacionamentos por alguns momentos. Quando um fato faz com que seja necessário provar que o amigo existe, eles contratam um ator desempregado (John Cena) para enganar aos pessoas ao redor. 

A premissa desta comédia tinha um enorme potencial ao utilizar uma mentira bizarra que funcionaria pelo absurdo. Ela funciona somente em parte, muito pela atuação de John Cena, que cria um sujeito impagável e exagerado. 

As melhores cenas são os diálogos com ele. Por outro lado, as sequências em que ele canta músicas sobre algo inusitado são patéticas. Além disso, o restante do elenco não ajuda, falta carisma e graça. Mesmo Zac Efron que é acostumado a este tipo de filme, parece perdido em meio a situações bobas. 

Preencher o elenco e as lacunas da história para agradar o politicamente correto também não combinam com a bizarrice comum aos filmes de Peter Farrelly.

quarta-feira, 15 de maio de 2024

Finestkind

 


Finestkind (Finestkind, EUA, 2023) – Nota 6
Direção – Brian Helgeland
Elenco – Ben Foster, Tommy Lee Jones, Toby Wallace, Jenna Ortega, Ismael Cruz Cordova, Aaron Stanford, Scotty Tovar, Tim Daly, Lolita Davidovich, Clayne Crawford.

Tom (Ben Foster) é o capitão de um barco de pescadores. No mesmo dia em que seu meio-irmão Charlie (Toby Wallace) resolve participar de uma pescaria antes de decidir se irá para a universidade, o barco sofre um acidente. O fato dá início a série de escolhas erradas que levarão a uma situação insustentável. 

Este longa tem uma interessante premissa que parece levar a história a um drama familiar, incluindo o pai do protagonista vivido por Tommy Lee Jones, porém aos poucos o roteiro vai mudando o curso para uma trama policial. 

Esta mudança não chega a ser ruim, o que atrapalha é o desenvolvimento da história que perde tempo com um romance e as soluções que parecem rápidas demais. A curiosidade fica para o final que explora o tema do sacrifício em prol da família, mesmo que de uma forma violenta.

terça-feira, 14 de maio de 2024

Meu Nome Era Eileen

 


Meu Nome Era Eileen (Eileen, EUA / Inglaterra / Coreia do Sul, 2023) – Nota 5,5
Direção – William Oldroyd
Elenco – Thomasin McKenzie, Anne Hathaway, Owen Teague, Shea Whigham, Siobhan Fallon Hogan, Marin Ireland, Tonye Patano, William Hill, Peter McRobbie, Sam Nivola.

Boston, anos sessenta. Eileen (Thomasin McKenzie) é uma jovem insegura que trabalha em um reformatório. Quando a nova assistente social Rebecca (Anne Hathaway) é contratada, rapidamente Eileen fica fascinada como o estilo moderno da nova companheira. A convivência levará Eileen a tomar atitudes no mínimo incomuns. 

Este longa segue a linha de obras atuais que misturam sexualidade reprimida, relações psicológicas complexas e aquela pitada de situações bizarras. É um filme chato que em momento algum decola, nem mesmo com a reviravolta final. O destaque fica para a atuação das duas atrizes principais e a reconstituição de época.

segunda-feira, 13 de maio de 2024

X, Y & Z & Casais Trocados

 


X, Y & Z (X, Y & Zee, Inglaterra, 1972) – Nota 5,5
Direção – Brian G. Hutton
Elenco – Elizabeth Taylot, Michael Caine, Susannah York, Margareth Leighton, John Standing.

Ao descobrir que seu marido (Michael Caine) tem um caso com uma jovem viúva (Susannah York), a esposa traída (Elizabeth Taylor) decide da se aproximar da amante para tentar seduzi-la. 

Este filme é um drama que flerta com o humor negro com uma trama que tentava ser mostrar avançada para a época. O problema é que a história em um momento algum empolga. O destaque fica para o trio principal, no caso de Elizabeth Taylor mais pela beleza e a vontade de vingança, do que pela atuação.

Casais Trocados (Loving Couples, EUA, 1980) – Nota 5
Direção – Jack Smight
Elenco – James Coburn, Shirley MacLaine, Sally Kellerman, Susan Sarandon, Stephen Collins.

Walter (James Coburn) e Evelyn (Shirley MacLaine) vivem um casamento desgastado. Algum tempo depois de Walter iniciar um caso com uma jovem (Susan Sarandon), Evelyn descobre e se aproxima do marido da garota (Stephen Collins) para devolver a traição. 

Este é um daqueles filmes produzidos com o objetivo de marcar uma época de mudança de costumes, porém a narrativa não se decide entre drama, comédia ou romance. O filme é frio até mesmo nas sequências de romance. Nem o ótimo elenco consegue salvar o longa.

domingo, 12 de maio de 2024

A Natureza do Amor

 


A Natureza do Amor (Simple Comme Sylvain, Canadá / França, 2023) – Nota 6
Direção – Monia Chokri
Elenco – Magalie Lépine Blondeau, Pierre-Yves Cardinal, Francis-William Rhéaume, Monia Chokri, Steve Laplante.

Sophia (Magalie Lépine Blondeau) é um professora universitária que tem um longo relacionamento com Xavier (Francis-William Rhéaume), até conhecer Sylvain (Pierre-Yves Cardinal), que trabalha com reformas de casas. Mesmo com uma enorme diferença de estilo de vida, Sophia e Sylvain iniciam um tórrido romance, que fará os dois repensarem suas vidas. 

Este drama romântico tem erros e acertos. Tem sequências sensuais bastante ousadas, algumas discussões interessantes sobre relacionamentos e principalmente a questão da pessoa se sentir deslocada em um mundo diferente ao que ela vive. 

Por outro lado, o roteiro escrito pela diretora e atriz Monia Chokri explora os temas atuais ideológicos da relativização da traição feminina, cria personagens masculinos frágeis, com exceção de Sylvain e outros coadjuvantes que são estereótipos do mundo atual. 

É um filme que faz pensar, mas que peca porque querer se mostrar moderno demais.

sábado, 11 de maio de 2024

O Crime de Alcasser

 


O Crime de Alcásser (El Caso Alcásser, Espanha, 2019) – Nota 6,5
Direção – Elias Leon Siminiani
Documentário

Em 13 de novembro de 1992, três garotas adolescentes desaparecem no caminho entre a cidade de Alcásser na Espanha e uma casa noturna em uma vila vizinha. A investigação leva a um terrível crime que mudará a vida das famílias dos envolvidos e também a um enorme circo armado pela imprensa. 

Esta série documental em cinco episódios detalha de forma competente durante os primeiros três episódios como diversos personagens se envolveram na história causando um verdadeiro caos. Os últimos dois episódios perdem um pouco da força por baterem na mesma tecla de forma repetitiva e sem grande emoção, além de inserir um viés ideológico desnecessário nos minutos finais. 

Fica a clara impressão de que o objetivo do documentário não era buscar a verdade ou confirmar se os condenados foram realmente os culpados, mas sim detalhar os absurdos como a péssima investigação da polícia, a forma inescrupulosa como a imprensa tratou o caso e até mesmo criticar o pai de uma das garotas que durante anos encabeçou uma duvidosa campanha que o tornou famoso. 

É uma história pesada que poderia ter sido melhor contada.

sexta-feira, 10 de maio de 2024

16 Extremos

 


16 Extremos (Dhuruvangal Pathinaaru, Índia, 2016) – Nota 7,5
Direção – Karthick Naren
Elenco – Rahman, Prakash Raghavan, Santhosh Krishna, Bala Hasan, Praveen, Sharathkumar, Anjana Jayaprakash, Yaashika Aanand.

Assassinatos múltiplos e na sequência um atropelamento levam o policial Deepak (Rahman) a investigar o caso que mudará completamente sua vida. Cinco anos depois, Deepak está aposentado e para ajudar a convencer o filho de um amigo a desistir de ser policial, ele conta todos os detalhes do antigo caso. 

Este drama policial tem como ponto alto uma série de reviravoltas na trama e ao mesmo tempo como ponto negativo o plot twist final que passa um pouco do ponto aceitável. 

O bom é que o desenvolvimento da história prende a atenção através de uma trama complexa com vários personagens dúbios. A narrativa também foge um pouco do estilo dos filmes indianos clássicos. 

O resultado é uma boa opção para quem gosta de histórias com reviravoltas.

quinta-feira, 9 de maio de 2024

Vidas em Jogo & Self Reliance

 


Vidas em Jogo (The Game, EUA, 1997) – Nota 7,5
Direção – David Fincher
Elenco – Michael Douglas, Sean Penn, Deborah Kara Unger, James Rebhorn, Peter Donat, Carroll Baker, Armin Mueller Stahl.

Nicolas Van Orton (Michael Douglas) é um banqueiro milionário e mal humorado que no dia de seu aniversário recebe de seu irmão mais novo (Sean Penn) um inusitado presente. Um cartão que o convida a participar de um jogo exclusivo. Curioso, ele aceita o convite, sem imaginar o que irá acontecer. 

Esse intrigante longa é uma obra quase esquecida no carreira de David Fincher. A grande sacada está em deixar o espectador e também o protagonista em dúvida sobre o que realmente está acontecendo. Se é apenas um jogo com pegadinhas, um golpe para arrancar dinheiro de um milionário ou se o sujeito é um alvo a ser assassinado. 

As sequências de ação e suspense são competentes, assim como a atuação de um incrédulo Michael Douglas. Mesmo com a reviravolta final dividindo opiniões, o longa é uma interessante opção para quem gosta de histórias diferentes.

Self Reliance (Self Reliance, EUA, 2023) – Nota 5,5
Direção – Jake Johnson
Elenco – Jake Johnson, Anna Kendrick, Andy Samberg, Biff Wiff, Natalie Morales, Daryl J. Johnson, Jeff Kober, Miriam Flynn, Eduardo Franco.

Tommy (Jake Johnson) leva uma vida comum com um trabalho burocrático. Sem explicação alguma, ele recebe o convite de um famoso comediante para participar de um reality show. Durante trinta dias, Tommy precisará estar sempre acompanhado, caso contrário ele poderá ser assassinado. Se sobreviver, receberá um milhão de dólares. Ele aceita a proposta maluca dando início a uma série de absurdos em sua vida. 

Escrito, dirigido e protagonizado pelo ator Jake Johnson, este filme é uma verdadeira viagem sem sentido. A premissa do reality é bastante interessante, lembrando de hoje o cult “Vidas em Jogo” de David Fincher. 

O problema é que o desenrolar da história não funciona como comédia, nem como romance ou suspense. O que vemos é um protagonista que começa a ser visto como maluco, cruza o caminho de coadjuvantes também incomuns, levando até um final que não chega a lugar algum. 

O filme tem como destaques os bizarros assassinos fantasiados de famosos, o sem teto vivido por Biff Wiff e a personagem legal e ao mesmo tempo estranha de Anna Kendrick. Isso é pouco para salvar esta experiência maluca comandada por Jake Johnson.