Os Homens que Não Amavam as Mulheres (The Girl with the
Dragon Tattoo, EUA / Suécia / Noruega, 2011) – Nota 8
Direção – David Fincher
Elenco – Daniel Craig, Rooney Mara, Christopher Plummer,
Stellan Skarsgard, Steven Berkoff, Robin Wright, Yorick van Wageningen, Joely
Richardson, Geraldine James, Goran Visnjic, Donald Sumpter.
O jornalista Mikael Blomkvist (Daniel Craig) é desmoralizado
após ser condenado por acusar de corrupção e não conseguir provar a culpa de um
empresário milionário. Pensando em se afastar da revista onde é sócio de Erika
(Robin Wright), Mikael aceita a proposta de um outro empresário, o velho Henrik
Vanger (Christopher Plummer), que diz ter provas contra o empresário corrupto
que o processou, mas que antes de ajudá-lo precisará que o jornalista
investigue uma mistério que dura quarenta anos. Vanger deseja saber o que
aconteceu com sua sobrinha que desapareceu sem deixar vestígios.
Para tentar
descobrir a verdade, Mikael precisa investigar os integrantes da família de Vanger, que vivem isolados numa ilha no interior da Suécia e que se odeiam entre si. Para auxiliá-lo,
o advogado de Vanger (Steven Berkoff) indica a hacker Lisbeth Salander
(Rooney Mara), uma jovem solitária que passou parte da vida em um sanatório e
que continua enfrentando vários problemas pessoais, principalmente com seu novo
tutor.
O hábito de refilmar longas europeus e orientais que fazem sucesso é
algo comum em Hollywood desde os anos noventa, se aproveitando da falta de
interesse do público americano comum em assistir estas obras originais. Muitas
vezes estas refilmagens passam longe do nível do original e em outros casos
geram bons filmes que ficam próximos da qualidade, mas que ainda perdem um
pouco por serem cópias. O ótimo e premiado “Os Infiltrados” de
Martin Scorsese é a uma exceção.O longa está no mesmo nível do original e pouco visto fora do oriente
“Conflitos Internos” de Andrew Lau, com o ponto positivo de ter modificado a
trama de forma consistente.
Este “Os Homens que Não Amavam as Mulheres” é mais
um bom trabalho de David Fincher, porém para quem assistiu ao original de Niels
Arden Oplev, fica a sensação de repetição. O filme de Fincher não apresenta
nada de novo, inclusive algumas cenas são quase cópias, como as sequências de
violência sexual e o climax. É estranho assistir a um bom filme que merece ser
elogiado, mas que ao mesmo tempo é muito parecido e um pouco inferior ao ótimo
original.
Finalizando, o original tem ainda como ponto positivo a grande atuação
de Noomi Rapace, superior a jovem Rooney Mara na comparação.
8 comentários:
eu amei esse filme, volte e meia revejo trechos. adorei a atriz. gosto muito do ator. quero ver o original. mas não tenho achado na tv a cabo. beijos, pedrita
Oi, Hugo! Eu também prefiro o filme original.
Achei que a versão americana apelou muito para as cenas de ação e efeitos.
Não é ruim, mas é inevitável a sensação de repetição.
Ah, esqueci de dizer, também prefiro a Noomi Rapace, que foi brilhante!
Bjs ;)
Pedrita - O filme é legal, mas o original é mais interessante, tem um clima e uma atriz principal melhor.
Ana - Para quem viu o original primeiro, esta versão não apresenta novidade alguma, mesmo sendo um bom filme.
Bjos
Há quem prefira a Rooney Mara. Fazer o que, hein?
Gostei MUITO da trilogia sueca. Veria novamente.
Filme extremamente sexista. Deveria chamar-se "As mulheres que odiavam os homens".
Abraços!
Há quem prefira a Rooney Mara. Fazer o que, hein?
Gostei MUITO da trilogia sueca. Veria novamente.
Filme extremamente sexista. Deveria chamar-se "As mulheres que odiavam os homens".
Abraços!
Há quem prefira a Rooney Mara. Fazer o que, hein?
Gostei MUITO da trilogia sueca. Veria novamente.
Filme extremamente sexista. Deveria chamar-se "As mulheres que odiavam os homens".
Abraços!
Há quem prefira a Rooney Mara. Fazer o que, hein?
Gostei MUITO da trilogia sueca. Veria novamente.
Filme extremamente sexista. Deveria chamar-se "As mulheres que odiavam os homens".
Abraços!
Postar um comentário