segunda-feira, 5 de março de 2018

Mark Felt: O Homem que Derrubou a Casa Branca

Mark Felt: O Homem que Derrubou a Casa Branca (Mark Felt: The Man Who Brought Down the White House, EUA, 2017) – Nota 7
Direção – Peter Landesman
Elenco – Liam Neesom, Diane Lane, Marton Csokas, Tony Goldwyn, Josh Lucas, Ike Barinholtz, Brian D’Arcy James, Maika Monroe, Michael C. Hall, Tom Sizemore, Julian Morris, Bruce Greenwood, Noah Wyle, Kate Walsh, Wendi McLendon Covey.

Em 1972, a morte repentina de J. Edgar Hoover deixa uma lacuna no FBI. 

Seu braço-direito era Mark Felt (Liam Neesom), que acreditava ser seu sucessor, porém o caso Watergate faz com que o então presidente Nixon indique um político chamado L. Patrick Gray (Marton Csokas) pensando em encobrir o escândalo. 

Percebendo que existe algo a mais por trás da indicação e que o FBI poderia se tornar um fantoche de Nixon, Felt utiliza seus contatos na imprensa para pressionar o governo. 

O roteiro escrito pelo diretor Peter Landesman é baseado em um livro do verdadeiro Mark Felt, que detalha os bastidores da intriga entre FBI e Nixon durante o caso Watergate. Felt demorou anos para revelar que ele foi o informante da imprensa que ficou conhecido pelo codinome de “Garganta Profunda”. 

O ponto principal do longa é detalhar o lado escondido desta história e mostrar como Nixon era um político da pior espécie cercado por figuras ainda mais perigosas. Por outro lado, a narrativa é fria e didática, faltando aquele algo a mais para mexer com o espectador. 

O destaque do elenco fica para Liam Neesom como o calculista e honesto Mark Felt.

2 comentários:

Luli Ap disse...

Olá Hugo
Não conhecia o filme.
Eu gosto da temática história, e política rende boas películas, pelo menos a gente vê que certas falcatruas e corrupção (mal comparando) não é prerrogativa do país :/
Um papel diferente para o Liam Neeson.
Dica devidamente anotada
Bjs Luli
https://cafecomleituranarede.blogspot.com.br

Hugo disse...

Luli - Corrupção existe no mundo todo, a diferença é que em países desenvolvidos ela é combatida, diferente do que Brasil onde a corrupção está enraizada.

Bjos