Direção – Thomas Lilti
Elenco – Vincent Lacoste, William Lebghil, Michel
Lerousseau, Darina Al Joundi.
Benjamin (William Lebghill) é um jovem que está iniciando o
primeiro ano no curso de medicina influenciado pelo pai, porém deixa
transparecer uma certa dúvida em relação a carreira.
Antoine (Vincent Lacoste)
repetiu duas vezes o primeiro ano e agora tem a última chance de realizar o
sonho de se tornar médico. Os dois criam um laço de amizade e passam a estudar juntos para enfrentar o desafio.
Citei em uma postagem recente do filme
“Hipócrates” a história do diretor Thomas Lilti, que também é médico. Ele fez uma
trilogia sobre a profissão que segue com “O Insubstituível” que eu ainda não
conferi e termina com este “Primeiro Ano”.
O foco aqui é mostrar a pressão que
os alunos enfrentam no primeiro ano de curso de medicina na França, que é
utilizado como peneira. No filme é citado que de 2500 alunos, apenas os 329
primeiros serão aprovados e poderão seguir para o segundo ano de curso.
O
roteiro escrito pelo diretor utiliza como exemplo dois protagonistas diferentes
no pensamento em relação a profissão. Ele explora também a questão de como
estudar. Enquanto alguns aprendem determinada matéria facilmente, outros
estudam horas a fio e sofrem para entender ou memorizar.
É interessante também
um coadjuvante citando que os alunos que passam neste concorrido curso nem
sempre são os melhores, mas geralmente são aqueles que entendem melhores “os
códigos”, ou seja, focam direto no resultado sem preocupação no aprofundamento
da matéria.
É um bom filme para o público comum e provavelmente mais
interessante para quem estuda ou estudou medicina.







