Halloween
II (Halloween II, EUA, 1981) – Nota 7,5
Direção –
Rick Rosenthal
Elenco –
Jamie Lee Curtis, Donald Pleasence, Charles Cyphers, Lance Guest, Jeffrey
Kramer, Leo Rossi.
Esta sequência começa exatamente onde terminou o original,
com o Dr. Loomis (Donald Pleasence) desesperado dizendo que atirou várias vezes
em Michael Myers, mas mesmo assim Myers fugiu. O Dr. Loomis pressiona o Xerife
Bracket (Charles Cyphers) a caçar Myers. Enquanto isso a jovem Laurie (Jamie
Lee Curtis), sobrevivente do massacre, é levada para o hospital da cidade e nem
imagina que Myers continuará a sua procura.
O grande sucesso do original fez
com que os produtores preparessem uma sequência com maior orçamento, porém não
contavam que John Carpenter desistisse de dirigir. Mesmo sendo inferior ao
original, o filme é competente e tem um roteiro que segue a história com
integência, tendo até mesmo um final que poderia encerrar a série, mas os
produtores criaram uma terceira parte que não tem ligação alguma com a história
e depois praticamente ressuscitaram a série na parte quatro.
Halloween
III (Halloween III: Season of the Witch, EUA, 1982) – Nota 5,5
Direção –
Tommy Lee Wallace
Elenco –
Tom Atkins, Stacey Nelkin, Dan O’Herlihy, Michael Currie.
O Dr. Dan Challis (Tom Atkins) trabalhando em um hospital
recebe um paciente totalmente alucinado que fala sobre uma conspiração. Em
seguida um outro sujeito mata o homem e põe fogo no próprio corpo. A filha do
homem assassinado, Ellie (Stacey Nelkin) se junta ao médico para investigar o
que aconteceu com seu pai. A dupla chega até a cidade de Santa Mira na
Califórnia e descobre algo estranho na fábrica de Conal Cochran (Dan
O’Herlihy), que fabrica máscaras para Halloween e produziu um lote gigantesco
para as crianças usarem na data que se aproxima.
O filme tem de ser analisado
por dois ângulos, o primeiro diz respeito a série “Halloween”, que mesmo sendo considerando um filme oficial, a história não tem ligação alguma com o
assassino Michael Myers. Tommy Lee Wallace que estreava na direção, alega que a
idéia seria criar uma nova história dentro da franquia, o que acabou levando o
filme ao fracasso.
Por outro lado, analisando apenas como um filme de terror
sem ligação com a série, o resultado é até aceitável, comparando com outras
produções do gênero à época. O longa é violento, com diversas cenas de mortes,
uma história interessante e até um bom vilão, o irlandês Dan O’Herlihy.







