Caçadores de Emoção (Point Break, EUA, 1991) – Nota 8
Direção – Kathryn Bigelow
Elenco – Patrick Swayze, Keanu Reeves, Gary Busey, Lori Petty, John C. McGinley, James LeGros, John Philbin.
Numa cidade praiana da Califórnia uma quadrilha comete diversos assaltos usando máscaras de ex-presidentes americanos. O FBI suspeita que a quadrilha é formada por surfistas e envia o jovem agente Johnny Utah (Keanu Reeves) para se infiltrar na comunidade surfista e tentar descobrir os responsáveis pelos crimes. Sem saber nada de surf, ele recebe a ajuda do agente do FBI Pappas (o veterano Gary Busey) e acaba fazendo amizade com um espécie de líder dos surfistas, o enigmático Bodhi (Patrick Swayze). Johnny ao mesmo tempo que desconfia de Bodhi, aprende a ver a vida de um modo diferente na convivência com o sujeito.
Apesar de hoje um pouco esquecido, este filme tem fatos interessantes. A direção da hoje oscarizada Kathryn Bigelow, provavelmente em seu melhor filme antes de “Guerra ao Terror” e a dupla Swayze / Reeves. Este encontro pode ser visto como uma passagem de bastão.
Na época Swayze estava no auge após os sucessos de “Dirty Dancing” e “Ghost”, porém este acabou sendo seu melhor filme de ação da carreira, sem nunca conseguir o mesmo sucesso. Ameaçou voltar ao auge em “Para Wong Fu....” e teve talvez seu último papel realmente importante em “Donnie Darko”.
Enquanto isso Reeves vinha de papéis de adolescentes sem cérebro, como em “Bill e Ted” e aqui mostrou que poderia se o novo astro de filmes de ação. Mesmo não sendo grande ator, mostrou ser bom no gênero em filmes como “Velocidade Máxima” e “Matrix”.
Estes detalhes, junto com as boas cenas de ação, inclusive aéreas e no mar, fazendo deste longa uma ótima diversão.
segunda-feira, 8 de março de 2010
sábado, 6 de março de 2010
Oscar
Amanhã será a festa da entrega do Oscar para os melhores do cinema em 2009. Será que para os melhores mesmo? Todos que acompanham meu blog percebem o quanto gosto de cinema e a quantidade de filmes de diferentes épocas e gêneros que comento, porém dificilmente escrevo sobre entrega de prêmios. Cito ganhadores do Oscar nos meus comentários sobre determinado filme, ator, ou atriz, mas apenas isso.
Talvez por eu já ter assistido filmes demais e acompanhar o mundo do cinema há muito tempo, o Oscar não me chama mais a atenção. Há vários anos que não tenho paciência para assistir a cerimônia por completo e muitas vezes acho chatissima aquelas piadas prontas que o apresentador do ano precisa interpretar ou mesmo as cenas de musicais, por sinal este gênero é um dos menos me agradam. O interessante da cerimônia é a curiosidade de descobrir quem são os ganhadores e algumas vezes quando entregam um prêmio especial pela carreira. Esta é apenas uma opinião pessoal, sei que a maioria esmagadora de cinéfilos adora a cerimônia.
Para quem não é grande fã de cinema a cerimônia também não parece ser muito atraente, vejam que nos últimos a academia trata o Oscar com um programa de tv e tenta adaptá-lo ao gosto de quem assiste, mas mesmo assim audiência caiu neste tempo, o que fez com esse ano os indicados para melhor filme passassem de cinco para dez filmes. A estratégia é inserir filmes bem diferentes entre si para manter todo o tipo de público assistindo o programa até o final. Desta vez temos filme de guerra visando os adultos, animação visando as crianças, ficção de última geração para jovens e adolescentes, drama e romance para segurar as mulheres. A questão é saber até onde está tática dará certo e se vai alavancar a audiência.
Outro detalhe que sempre entra em discussão é a polêmica quanto aos vencedores. Como atuação e as demais categorias não podem ser medidas por pontos ou qualquer outro parâmetro exato, o que deveria valer seria a percepção de quem vota, mas sabemos muito bem que nos dias atuais a simpátia em relação a um filme ou interpretação aumenta ou diminui em proporção ao tamanho da campanha de marketing do filme. Além disso os membros da academia de cinema que tem direito a voto são bombardeados de presentes pelo produtores, entre outros mimos e regalias que com certeza fazem parte deste esquema.
Acredito que o gosto pessoal é mais importante para o cinéfilo na hora de analisar um filme do que se ele foi premiado.
Talvez por eu já ter assistido filmes demais e acompanhar o mundo do cinema há muito tempo, o Oscar não me chama mais a atenção. Há vários anos que não tenho paciência para assistir a cerimônia por completo e muitas vezes acho chatissima aquelas piadas prontas que o apresentador do ano precisa interpretar ou mesmo as cenas de musicais, por sinal este gênero é um dos menos me agradam. O interessante da cerimônia é a curiosidade de descobrir quem são os ganhadores e algumas vezes quando entregam um prêmio especial pela carreira. Esta é apenas uma opinião pessoal, sei que a maioria esmagadora de cinéfilos adora a cerimônia.
Para quem não é grande fã de cinema a cerimônia também não parece ser muito atraente, vejam que nos últimos a academia trata o Oscar com um programa de tv e tenta adaptá-lo ao gosto de quem assiste, mas mesmo assim audiência caiu neste tempo, o que fez com esse ano os indicados para melhor filme passassem de cinco para dez filmes. A estratégia é inserir filmes bem diferentes entre si para manter todo o tipo de público assistindo o programa até o final. Desta vez temos filme de guerra visando os adultos, animação visando as crianças, ficção de última geração para jovens e adolescentes, drama e romance para segurar as mulheres. A questão é saber até onde está tática dará certo e se vai alavancar a audiência.
Outro detalhe que sempre entra em discussão é a polêmica quanto aos vencedores. Como atuação e as demais categorias não podem ser medidas por pontos ou qualquer outro parâmetro exato, o que deveria valer seria a percepção de quem vota, mas sabemos muito bem que nos dias atuais a simpátia em relação a um filme ou interpretação aumenta ou diminui em proporção ao tamanho da campanha de marketing do filme. Além disso os membros da academia de cinema que tem direito a voto são bombardeados de presentes pelo produtores, entre outros mimos e regalias que com certeza fazem parte deste esquema.
Acredito que o gosto pessoal é mais importante para o cinéfilo na hora de analisar um filme do que se ele foi premiado.
sexta-feira, 5 de março de 2010
O Pagamento
O Pagamento (Paycheck, EUA, 2003) – Nota 7
Direção – John Woo
Elenco – Ben Affleck, Aaron Eckhart, Uma Thurman, Paul Giamatti, Colm Feore, Joe Morton, Michael C. Hall, Peter Friedman, Kathryn Morris, Ivana Milicevic, Callum Keith Rennie, John Cassini.
O engenheiro da computação Michael Jennings (Ben Affleck) trabalha em projetos secretos milionários para grandes corporações e após o término de cada serviço tem sua memória apagada. Após um determinado projeto ele ao invés de receber o pagamento, ganha um envelope com vários objetos que o faz acreditar ter deixado de receber milhões de dólares. A situação se complica ainda mais quando Michael resolve investigar e empresa para quem trabalhou, com a ajuda de Rachel (Uma Thurman), mas acaba descobrindo que está sendo procurado pela polícia sem saber o porquê.
A interessante história é baseada num conto de Philip K. Dick, o escritor das histórias que deram origem a “Blade Runner” e “O Vingador do Futuro”, tendo este como um ponto positivo, utilizando um protagonista que precisa reavivar a memória para descobrir porque está sendo perseguido.
O diretor John Woo que fez filmes sensacionais de ação em Hong Kong (“Alvo Duplo”, “Fervura Máxima”) e em Hollywood (“A Outra Face”, “A Última Ameaça”), mas aqui entrega um suspense misturado com ficção e ação apenas razoável, ficando abaixo do que poderia se esperar dele.
Direção – John Woo
Elenco – Ben Affleck, Aaron Eckhart, Uma Thurman, Paul Giamatti, Colm Feore, Joe Morton, Michael C. Hall, Peter Friedman, Kathryn Morris, Ivana Milicevic, Callum Keith Rennie, John Cassini.
O engenheiro da computação Michael Jennings (Ben Affleck) trabalha em projetos secretos milionários para grandes corporações e após o término de cada serviço tem sua memória apagada. Após um determinado projeto ele ao invés de receber o pagamento, ganha um envelope com vários objetos que o faz acreditar ter deixado de receber milhões de dólares. A situação se complica ainda mais quando Michael resolve investigar e empresa para quem trabalhou, com a ajuda de Rachel (Uma Thurman), mas acaba descobrindo que está sendo procurado pela polícia sem saber o porquê.
A interessante história é baseada num conto de Philip K. Dick, o escritor das histórias que deram origem a “Blade Runner” e “O Vingador do Futuro”, tendo este como um ponto positivo, utilizando um protagonista que precisa reavivar a memória para descobrir porque está sendo perseguido.
O diretor John Woo que fez filmes sensacionais de ação em Hong Kong (“Alvo Duplo”, “Fervura Máxima”) e em Hollywood (“A Outra Face”, “A Última Ameaça”), mas aqui entrega um suspense misturado com ficção e ação apenas razoável, ficando abaixo do que poderia se esperar dele.
quinta-feira, 4 de março de 2010
007 Contrra Goldfinger
007 Contra Goldfinger (Goldfinger, Inglaterra 1964) – Nota 10
Direção – Guy Hamilton
Elenco – Sean Connery, Honor Blackman, Harold Sakata, Gert Frobe, Bernard Lee, Lois Maxwell, Desmond Llewelyn.
Nesta que foi a terceira aventura de 007 no cinema, James Bond (Sean Connery) é encarregado de investigar o milionário Auric Goldfinger (Gert Frobe), que negocia ouro para vários países e levanta suspeitas do serviço secreto britânico. Bond descobre que o verdadeiro plano de Goldfinger é roubar toda a reserva de ouro do Fort Knonx e levar os Estados Unidos a um colapso na economia.
Para muitos pode não ser o melhor filme da série, mas com certeza é o mais charmoso e trás todos os ingredientes que fazem da série um sucesso. Temos uma boa história que começa em Miami, passa pela Suiça e termina nos Estados Unidos, um vilão competente, um ajudante de vilão dos mais sinistros, o japonês Odjod (Harold Sakata) que usa uma cartola assassina sensacional, uma bela Bond Girl (Honor Blackman) e muitas cenas de ação de qualidade, sendo algumas clássicas, como Bond quase sendo cortado ao meio por um laser, a morte do vilão Odjob e a garota morta toda coberta de ouro, além dos gadgets e o sendo de humor de Q (Desmond Llewelyn) que aqui começam a tomar importância na série.
Um clássico imperdível para quem é fã de série e que vale como curiosidade para quem gosta de um ótimo filme de ação e não se importa com efeitos especiais de última geração.
Direção – Guy Hamilton
Elenco – Sean Connery, Honor Blackman, Harold Sakata, Gert Frobe, Bernard Lee, Lois Maxwell, Desmond Llewelyn.
Nesta que foi a terceira aventura de 007 no cinema, James Bond (Sean Connery) é encarregado de investigar o milionário Auric Goldfinger (Gert Frobe), que negocia ouro para vários países e levanta suspeitas do serviço secreto britânico. Bond descobre que o verdadeiro plano de Goldfinger é roubar toda a reserva de ouro do Fort Knonx e levar os Estados Unidos a um colapso na economia.
Para muitos pode não ser o melhor filme da série, mas com certeza é o mais charmoso e trás todos os ingredientes que fazem da série um sucesso. Temos uma boa história que começa em Miami, passa pela Suiça e termina nos Estados Unidos, um vilão competente, um ajudante de vilão dos mais sinistros, o japonês Odjod (Harold Sakata) que usa uma cartola assassina sensacional, uma bela Bond Girl (Honor Blackman) e muitas cenas de ação de qualidade, sendo algumas clássicas, como Bond quase sendo cortado ao meio por um laser, a morte do vilão Odjob e a garota morta toda coberta de ouro, além dos gadgets e o sendo de humor de Q (Desmond Llewelyn) que aqui começam a tomar importância na série.
Um clássico imperdível para quem é fã de série e que vale como curiosidade para quem gosta de um ótimo filme de ação e não se importa com efeitos especiais de última geração.
quarta-feira, 3 de março de 2010
Divã
Divã (Brasil, 2009) – Nota 6
Direção – José Alvarenga Jr
Elenco – Lília Cabral, José Mayer, Reynaldo Gianecchini, Cauã Reymond, Alexandra Richter, Eduardo Lago, Antonio Pedro, Elias Gleiser .
A dona de casa Mercedes (Lília Cabral) é casada com Gustavo (José Mayer) há mais de vinte anos, tem os filhos praticamente criados, parece ser feliz mas mesmo assim resolve consultar um psicanalista e começa a acreditar que sua vida é vazia e que precisa mudar o comportamento. Após desconfiar que o marido a está traindo, ela inicia um caso com Theo (Reynaldo Gianecchini), sujeito bem mais novo e resolve se separar de Gustavo. Depois de algum tempo ele tem um aventura com outro jovem, ainda mais novo (Cauã Reymond), mas aos poucos começa a perceber que a separação pode não ter sido a melhor escolha.
O ponto alto do longa é a interpretação Lília Cabral, que cria uma personagem simpática ao público com sensibilidade e até um certo carisma. Por outro lado a história não empolga, lembra as tramas de novela e inclusive usa vários clichês de TV, como os jovens galãs que se interessam pela mulher mais velha, interpretados pelos péssimos Gianecchini e Cauã Reymond.
Acaba sendo o tipo de filme que agrada as mulheres, principalmente aquelas que também gostam de novela.
É curioso apenas ver o sempre machão e conquistador José Mayer fazendo o papel do sujeito traído.
Direção – José Alvarenga Jr
Elenco – Lília Cabral, José Mayer, Reynaldo Gianecchini, Cauã Reymond, Alexandra Richter, Eduardo Lago, Antonio Pedro, Elias Gleiser .
A dona de casa Mercedes (Lília Cabral) é casada com Gustavo (José Mayer) há mais de vinte anos, tem os filhos praticamente criados, parece ser feliz mas mesmo assim resolve consultar um psicanalista e começa a acreditar que sua vida é vazia e que precisa mudar o comportamento. Após desconfiar que o marido a está traindo, ela inicia um caso com Theo (Reynaldo Gianecchini), sujeito bem mais novo e resolve se separar de Gustavo. Depois de algum tempo ele tem um aventura com outro jovem, ainda mais novo (Cauã Reymond), mas aos poucos começa a perceber que a separação pode não ter sido a melhor escolha.
O ponto alto do longa é a interpretação Lília Cabral, que cria uma personagem simpática ao público com sensibilidade e até um certo carisma. Por outro lado a história não empolga, lembra as tramas de novela e inclusive usa vários clichês de TV, como os jovens galãs que se interessam pela mulher mais velha, interpretados pelos péssimos Gianecchini e Cauã Reymond.
Acaba sendo o tipo de filme que agrada as mulheres, principalmente aquelas que também gostam de novela.
É curioso apenas ver o sempre machão e conquistador José Mayer fazendo o papel do sujeito traído.
terça-feira, 2 de março de 2010
O Zodíaco
O Zodíaco (The Zodiac, EUA, 2005) – Nota 5,5
Direção – Alexander Bulkley
Elenco – Justin Chambers, Robin Tunney, Rory Culkin, William Mapother, Brad Henke, Rex Linn, Philip Baker Hall.
Em 1968 um casal é assassinado em um mirante na cidade Vallejo, Califórnia. Este é o primeiro crime de uma série em que o assassino se auto-intitula “O Zodíaco” através de cartas enviadas a três jornais de San Francisco. Estes crimes se transformam em obsessão para o detetive Matt Parish (Justin Chambers), que promete ao filho Johnny (Rory Culkin, irmão de Macaulay) e a esposa Laura (Robin Tunney) que irá capturar o assassino, porém sua busca é quase impossível e como todos sabem, até hoje ninguém tem certeza quem foi o verdadeiro Zodíaco.
O filme é baseado na história real, mas que pelo andei lendo a trama que tem o detetive Parish como personagem principal é fictícia. A história é contada com diversos detalhes, porém ficando muito aquém da obra de David Fincher, não só pelo orçamento mas pela qualidade do roteiro e do elenco. Aqui o roteiro como já escrevi dá muitos detalhes dos crimes e da investigação, mas deixa a desejar quanto aos personagens, como o repórter ambicioso interpretado por William Mapother, que praticamente é esquecido na trama e as fracas interpretações do trio central.
Assim como em “A Vingança do Mosqueteiro”, Chambers confirma que não tem talento para segurar um longa e a outrora promissora Robin Tunney (“Joven Bruxas”) passa todo o filme assustada com os crimes, além do fraco garoto Rory Culkin.
Direção – Alexander Bulkley
Elenco – Justin Chambers, Robin Tunney, Rory Culkin, William Mapother, Brad Henke, Rex Linn, Philip Baker Hall.
Em 1968 um casal é assassinado em um mirante na cidade Vallejo, Califórnia. Este é o primeiro crime de uma série em que o assassino se auto-intitula “O Zodíaco” através de cartas enviadas a três jornais de San Francisco. Estes crimes se transformam em obsessão para o detetive Matt Parish (Justin Chambers), que promete ao filho Johnny (Rory Culkin, irmão de Macaulay) e a esposa Laura (Robin Tunney) que irá capturar o assassino, porém sua busca é quase impossível e como todos sabem, até hoje ninguém tem certeza quem foi o verdadeiro Zodíaco.
O filme é baseado na história real, mas que pelo andei lendo a trama que tem o detetive Parish como personagem principal é fictícia. A história é contada com diversos detalhes, porém ficando muito aquém da obra de David Fincher, não só pelo orçamento mas pela qualidade do roteiro e do elenco. Aqui o roteiro como já escrevi dá muitos detalhes dos crimes e da investigação, mas deixa a desejar quanto aos personagens, como o repórter ambicioso interpretado por William Mapother, que praticamente é esquecido na trama e as fracas interpretações do trio central.
Assim como em “A Vingança do Mosqueteiro”, Chambers confirma que não tem talento para segurar um longa e a outrora promissora Robin Tunney (“Joven Bruxas”) passa todo o filme assustada com os crimes, além do fraco garoto Rory Culkin.
segunda-feira, 1 de março de 2010
Má Companhia
Má Companhia (Bad Company, EUA, 1995) – Nota 6
Direção – Damian Harris
Elenco – Ellen Barkin, Laurence Fishburne, Frank Langella, Michael Beach, Gia Carides, David Ogden Stiers, Daniel Hugh Kelly, Spalding Gray, James Hong.
Dois ex-agentes secretos comandam uma agência de espionagem industrial. São eles o veterano Vic Grimes (Frank Langella) e a esperta Margaret Wells (Ellen Barkin). Precisando resolver o problema de um cliente, eles contratam um ex-agente da CIA, Nelson Crowe (Lawrence Fishburne) para pressionar um juiz (David Ogden Stiers) que deverá votar a favor em um processo. No meio deste negócio sujo, Nelson e Margareth se envolvem e planejam um golpe contra Vic, porém ninguém sabe ao certo em quem confiar.
Típico filme misto de policial e suspense, onde ninguém é inocente e que prende a atenção, porém sem apresentar nada de novo ao gênero. O destaque são as cenas quentes entre Laurence Fishburne e a voluptuosa Ellen Barkin, especialista neste tipo de cena por sinal.
Direção – Damian Harris
Elenco – Ellen Barkin, Laurence Fishburne, Frank Langella, Michael Beach, Gia Carides, David Ogden Stiers, Daniel Hugh Kelly, Spalding Gray, James Hong.
Dois ex-agentes secretos comandam uma agência de espionagem industrial. São eles o veterano Vic Grimes (Frank Langella) e a esperta Margaret Wells (Ellen Barkin). Precisando resolver o problema de um cliente, eles contratam um ex-agente da CIA, Nelson Crowe (Lawrence Fishburne) para pressionar um juiz (David Ogden Stiers) que deverá votar a favor em um processo. No meio deste negócio sujo, Nelson e Margareth se envolvem e planejam um golpe contra Vic, porém ninguém sabe ao certo em quem confiar.
Típico filme misto de policial e suspense, onde ninguém é inocente e que prende a atenção, porém sem apresentar nada de novo ao gênero. O destaque são as cenas quentes entre Laurence Fishburne e a voluptuosa Ellen Barkin, especialista neste tipo de cena por sinal.
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