sábado, 9 de julho de 2011

Tron: O Legado


Tron: O Legado (Tron: Legacy, EUA, 2010) – Nota 7,5
Direção – Jospeh Kosinski
Elenco – Jeff Bridges, Garrett Hedlund, Olivia Wilde, Bruce Boxleitner, Beau Garrett, Michael Sheen, Cillian Murphy.

Vinte anos após o desaparecimento de Kevin Flynn (Jeff Bridges), seu filho Sam (Garrett Hedlund) é o maior acionista da ENCOM, empresa de tecnologia que seu pai era dono. A questão é que Sam é um jovem rebelde que deixa a empresa nas mãos de terceiros e vive apenas dos lucros como acionista. 

A situação muda quando Alan Bradley (Bruce Boxleitner) recebe uma mensagem que acredita ser do desaparecido Kevin e avisa Sam do acontecido, dando a ele as chaves ao antigo fliperama onde Kevin trabalhava. A curiosidade de Sam faz ele descobrir um local secreto no fliperama e por acaso é sugado para dentro do jogo que foi desenvolvido por Alan e para onde seu pai Kevin conseguiu entrar. É o início da aventura de Sam dentro do jogo, onde reencontrará o pai e terá de enfrentar Clu (Jeff Bridges também), personagem desenvolvido por seu pai como um alter ego, que se rebelou. 

Mesmo tardia e com um roteiro simples, esta sequência do longa de 1982 é competente como cinema e sensacional em seu visual, na minha opinião sendo até melhor que original. Se o longa original tem a seu favor ser o primeiro filme a utilizar computação gráfica, aqui vemos na tela o avanço de trinta anos desta tecnologia, em que as sequências de ação com lutas e as perseguições com motos e pequenos aviões são de prender o espectador na cadeira. 

Outro ponto alto é trilha sonora da dupla francesa Daft Punk, que mistura techno com músicas ao estilo anos oitenta, se casando perfeitamente com o longa e ainda lembrando muito a trilha do filme original produzida por Wendy Carlos. 

O elenco é apenas um detalhe neste filme em que o visual é o ponto principal, trazendo somente Jeff Bridges e uma pequena participação de Bruce Boxleitner como personagens que trabalharam no original. Fica ainda a curiosidade da também pequena participação de Cillian Murphy no início do longa. Ela faz o papel do filho do vilão do longa original, que era interpretado por David Warner. A idéia provavelmente é utilizar Murphy como vilão num futuro filme da série.   

8 comentários:

Thomás R. Boeira disse...

Um filme muito bom. Melhor que o original!

Abraço,
Thomás
http://www.brazilianmovieguy.blogspot.com/

Amanda Aouad disse...

O avanço tecnológico é mesmo impressionante, Tron ficou um filme datado. Ainda assim, ele tem a seu favor o fato de ter sido uma revolução na linguagem da época, coisa que essa continuação não é. Apesar da excelente utilização das técnicas, o filme não inova. Achei interessante, mas poderia ser melhor.

bjs

Hugo disse...

Thomás - Tb considero superior ao original.

Amanda - Concordo que o filme poderia ser melhor e que o original foi um marco, mas mesmo assim gostei desta continuação. Depois de tantas refilmagens ruins, esta foi bem feita.

Abraços

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Uma grande decepção...

Belo blog.
Cumprimentos cinéfilos!

O Falcão Maltês

Silvia Freitas disse...

Odiei o filme. Chato e cansativo. Os efeitos visuais foram interessantes, mas esperei bem mais de um filme em 3D. Bjs!

Hugo disse...

Antonio e Silvia - Não considero um filme ruim, o resultado foi mais ou menos o que eu esperava.

Abraço

Red Dust disse...

Não gostei. Aborrecido em demasia. Para mim... é um legado fraco... ;)

Um abraço!!!!!

Hugo disse...

Red - Mesmo não sendo um grande filme, considero superior ao original.

Abraço