quarta-feira, 6 de maio de 2009

Havana

Filme Assistido nº 232
Havana (Havana, EUA, 1990) – Nota 5,5
Direção – Sydney Pollack
Elenco – Robert Redford, Lena Olin, Alan Arkin, Raul Julia, Besty Brantley, Tomas Millian, Mark Rydell, Daniel Davis, Richard Farnsworth, Tony Plana, Lise Cutter, Richard Portnow.

Pouco antes da Revolução Cubana o jogador de poquer Jack Weil (Robert Redford) vive em Havana do dinheiro ganho nas mesas dos cassinos, até que conhece a bela Bobby Duran (Lena Olin) por quem se apaixona. Entretando ela é casada com um revolucionário (Raul Julia), o que complica muito a situação.

Para quem não sabe, a Revolução Cubana liderada por Fidel Castro e Che Guevara derrubou em 1959 o corrupto ditador Fulgêncio Batista, que era aliado do goveno americano e deixava as portas abertas de Cuba para os ricos e poderosos americanos que tinham mansões na ilha e aproveitavam a vida nos cassinos, enquanto a população passava fome. Todos sabem que Fidel acabou se tornando outro ditador e deixou de lado parte dos ideais socialistas por que lutou, mas aí é outra história.

Quanto ao filme, o que poderia ser um drama intenso misturando política e romance, acaba tendo um resultado morno e decepcionante, ficando com a cara dos dramas do ano cinquenta, porém sem conseguir passar emoção e ainda sendo muito lento. Infelizmente é o mais fraco filme da parceira entre Pollack e Refdord.

4 comentários:

Pedro Henrique disse...

Faz tempo que quero ver esse filme, não acho nas locadoras por aqui. Parece ser um bom exemplar do finado Pollack.

Hugo disse...

Pedro - Na verdade é um dos filmes mais fracos de Pollack.

Abraço

Red Dust disse...

Eu gostei bastante. O ambiente está bem retratado e a história é emocionante. O par Robert Redford / Lena Olin está em perfeita sintonia nas interpretações.

analu disse...

O.o queria muito ver este filme,mas é difícil encontrar, tenho fascínio por películas cubanas, apesar de “Havana” ser um filme produzido nos EUA, tenho curiosidade em ver, pois gosto de Che, sei de traços da revolução cubana 1959, e como você escreve a ditadura de Fidel é outra realidade, tenho uma sensibilidade lírica por está ilha. Mas pelo jeito o filme não é tão intrigante quanto imagino.

Um beijo