terça-feira, 1 de novembro de 2016

13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi

13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi (13 Hours: The Secret Soldiers of Benghazi, EUA, 2016) – Nota 8
Direção – Michael Bay
Elenco – John Krasinski, James Badge Dale, Pablo Schreiber, David Denman, Dominic Fumusa, Max Martini, David Costabile, Alexia Barlier, Peyman Moaadi, Matt Letscher, Tony Stephens, Demetrius Grosse, David Giuntoli.

Em 2012, após a queda do ditador Muammar Kadafi, o governo americano criou uma base secreta da CIA em Benghazi e outra em Tripoli na Líbia. 

A aliança com um dos grupos paramilitares que lutam no país é utilizada como segurança da base em Benghazi, com o apoio de uma equipe de ex-soldados que trabalha de forma clandestina no país. 

Alguns dias antes do aniversário de 11 de Setembro, a casa do embaixador americano que fica próxima da base é atacada por um grupo rebelde, que em seguida prepara também um ataque ao esconderijo da CIA. 

A história real deste conflito veio à tona junto com a disputa eleitoral americana, pois na época do ataque a Secretária de Defesa era Hilary Clinton, que aparentemente se omitiu da situação, deixando a bomba explodir no colo dos soldados que defendiam a base. 

Deixando de lado a questão política e analisando como cinema de entretenimento, o filme é um dos grandes acertos da carreira do contestado Michael Bay. Muitos críticos viram a cara só de ver o nome do diretor, o que eu não concordo. Bay errou a mão em exageros como “Pearl Harbor” e “Os Bad Boys II”, mas por outro lado, trabalhos como “A Rocha” e o primeiro “Os Bad Boys” são sensacionais como filmes de ação. 

Neste novo trabalho, Bay consegue equilibrar as cenas de ação grandiosas com a trama política, lógico que sem se aprofundar, pois o foco do diretor é o divertimento. Faço uma comparação com o sensacional “Falcão Negro em Perigo”, que por acaso é citado em um diálogo no longa e que por ter sido dirigido por Ridley Scott é considerado um filmaço de ação. 

É um filme indicado para quem não tem preconceitos com nome de diretor e quer apenas duas horas e meia de ação quase ininterrupta.

5 comentários:

Gustavo H. Razera disse...

Em pleno acordo. Digo que é um dos melhores filmes que vi lançados nos EUA este ano.

Cumps.

Rodrigo Mendes disse...

Surpreso que um filme de Bay esteja em alto nível para uma avaliação. Curioso.

Abraço.

Liliane de Paula disse...

E vc deu nota 8.
Deve ser bom.
Sempre anoto algumas de suas indicações porque acho que um dia vou encontrar para vê.

Assisti no Netflix, Suite Francesa com Kristin Scott Thomas e Michelle Williams

Amanda Aouad disse...

Você dar nota 8 não é mesmo comum rs. Fiquei ainda mais curiosa em relação ao filme que já estava na minha lista. Michael Bay é mesmo problemático, principalmente com seus Transformers, mas tem talento, "Sem Dor, Sem Ganho" mesmo me surpreendeu.

bjs

Hugo disse...

Gustavo - É um belo filme de ação, com uma história forte.

Rodrigo - Michael Bay acertou a mão desta vez, deixando os exageros de lado.

Liliane - É indicado para quem gosta de ação.

Amanda - Não sou tão exigente assim...rs. Ótima citação. A franquia "Transformers" é mais game do que cinema, enquanto "Sem Dor, Sem Ganho" foi uma surpresa positiva.

Abraço