segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Um Homem de Família

Um Homem de Família (A Family Man, Canadá / EUA, 2016) – Nota 7
Direção – Mark Williams
Elenco – Gerard Butler, Gretchen Mol, Alison Brie, Willem Dafoe, Alfred Molina, Maxwell Jenkins, Anupan Kher, Dustin Milligan, Mimi Kuzyk.

Dane Jensen (Gerard Butler) trabalha com headhunter em uma empresa onde a disputa por atingir as metas beira a ilegalidade. 

Pressionado por seu chefe (Willem Dafoe) para conseguir comissões maiores e assim ser promovido para um cargo pretendido também por outra headhunter (Alison Brie), Dane não mede esforços e mentiras para fechar negócios, mesmo que seja algo prejudicial para seus clientes que procuram uma recolocação profissional. 

Tudo muda quando seu filho Ryan (Maxwell Jenkins) é diagnosticado com leucemia. As consequências da doença do filho afetam seu relacionamento com a esposa (Gretchen Mol) e aos poucos também seu trabalho. 

É um filme que não apresenta surpresas, tudo se encaixa perfeitamente no estilo hollywoodiano de dramas pessoais, inclusive a redenção no final. As mudanças que ocorrem com o protagonista seguem o padrão de “encarar a vida de outra maneira”. 

O longa acaba ganhando pontos pela narrativa sóbria que explora ainda a disputa do protagonista no trabalho pela promoção e uma trama paralela sobre um veterano engenheiro (Alfred Molina) que luta para voltar ao mercado de trabalho. 

Mesmo previsível, o filme prende a atenção e entrega o prometido.

4 comentários:

Liliane de Paula disse...

Esse filme já estava na minha lista.
É o estilo que gosto.
Histórias possíveis.

Terminei de vê a Série na HBO "My Brillant Friend".
Acho que deverá ter continuação.

Pedrita mandou reportagens sobre os motivos da falência das Livrarias Cultura e Saraiva.
Ganância, parece ter sido o problema principal.
Nos textos, as Pequenas Livrarias dão a receita de como se manter no mercado.
Mas todas se queixam dos Impostos, sobre Impostos. Cascatas de Impostos.

Hugo disse...

Liliane - É o tipo de filme que vc gosta.

Luli Ap disse...

Apesar do drama e previsibilidade (não gosto muito de sick movie) gostei do filme, especialmente pelo personagem secundário do Alfred Molina que no final contrata a assessoria do Dane Jensen e principalmente pelo amor que o garotinho tinha por arquitetura.
Uma fofurice!

Hugo disse...

Luli - Estes coadjuvantes simpáticos ajudam a deixar o filme agradável.

Bjs