quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Roger, o Conquistador

Roger, o Conquistador (Roger Dodger, EUA, 2002) – Nota 7,5
Direção – Dylan Kidd
Elenco – Campbell Scott, Jesse Eisenberg, Isabella Rossellini, Elizabeth Berkley, Jennifer Beals, Mina Badie, Ben Schenkman, Chris Stack, Morena Bacarin.

Em Manhattan, Roger (Campbell Scott) é um publicitário mulherengo e canalha que tem um caso com sua chefe (Isabella Rossellini). 

No dia em que sua amante decide acabar com o affair, Roger recebe a inesperada visita de seu sobrinho Nick (Jesse Eisenberg), que veio conhecer a Universidade de Columbia. 

Assim que começam a conversar, Nick diz que precisa de ajuda para conquistar garotas e perder a virgindade. Roger decide levar Nick para uma jornada noite adentro em busca de mulheres. 

Esqueça os filmes românticos, a proposta aqui é mostrar como funciona o mundo do sexo casual através da “aula” ministrada de tio para sobrinho. 

São vários pontos interessantes no longa. O contraponto entre o tio canalha que vê as mulheres como objeto e o sobrinho que deseja algo mais do que sexo resulta em ótimos diálogos, situações realistas e alguma melancolia. 

A conversa dos protagonistas com as personagens liberais vividas por Elizabeth Berkley e Jennifer Beals detalham como pensam as pessoas que curtem o sexo casual, mas que ao mesmo tempo sonham com uma relação estável. 

Com apenas um olhar de um personagem, a cena final deixa claro como a vida pode ser vazia.

2 comentários:

Liliane de Paula disse...

Esse filme está cheio de estrelas.
Achei a resenha interessante e tem Isabella Rossellini que já nem tem essa beleza toda.
Quero vê como ela está.
E é verdade, todos e todas querem uma relação estável.
O resto é conversa mole de feminista.

Hugo disse...

Liliane - O filme mostra bem isso, como no fundo as pessoas querem uma companhia estável.