domingo, 30 de agosto de 2015

2012

2012 (2012, EUA, 2009) – Nota 6
Direção – Roland Emmerich
Elenco – John Cusack, Chiwetel Ejiofor, Amanda Peet, Thandie Newton, Oliver Platt, Tom McCarthy, Woody Harrelson, Danny Glover, Liam James, Morgan Lily, Zlatko Buric, Beatrice Rosen, Johann Urb.

O alemão Roland Emmerich já demonstrou ter talento para o gênero ação realizando bons filmes como “Stargate”, “Soldado Universal” e o pouco conhecido “Estação 44 – O Refúgio dos Exterminadores”. Até mesmo “Independence Day” eu considero um filme legal, que fez grande sucesso de bilheteira e ao mesmo tempo foi detonado pelos críticos. O problema é que este sucesso subiu à cabeça do diretor, que achou por bem destruir o mundo nas telas mais algumas vezes, repetindo a fórmula no razoável “Godzilla”, no fraco “O Dia Depois do Amanhã” e neste exagerado “2012”. 

Aqui, Emmerich utiliza como premissa a lenda dos Maias sobre o fim do mundo em 2012, resultando num filme histérico, absurdo e extremamente acelerado, mas que pelo menos prende atenção do espectador que não se importar com o roteiro ruim, as interpretações fracas e todo tipo de clichê possível. 

A trama foca no escritor Jackson Curtis (John Cusack), que após o encontro com um maluco adepto de conspirações (Woody Harrelson, o melhor personagem do filme), descobre que a Terra está prestes a entrar em colapso e que o governo teria construído naves para salvar uma ínfima parte da população. Grande parte da trama segue a correria de Jackson, sua ex-esposa (Amanda Peet), o marido atual dela (Tom McCarthy) e o casal de filhos tentando chegar as naves citadas. 

A segunda narrativa acompanha o geólogo Adrian Helmsley (Chiwetel Ejiofor), o primeiro cientista a ser alertado sobre o problema na crosta terrestre por um outro geólogo indiano. Helmsley se torna conselheiro do Presidente (Danny Glover) e de um assessor arrogante (Oliver Platt). 

É um filme para ser assistido sem ser preocupar com análises ou furos no roteiro, o que vale é tentar se divertir em meio à correria desenfreada e as cenas de ação grandiosas. 

6 comentários:

Gustavo H. Razera disse...

Realmente os efeitos e a ação são legais, mas tudo que há entre elas é tão risível que me pareceu uma comédia. Espero que o diretor faça algo bem melhor no novo Independence Day.

Cumps.

Hugo disse...

Gustavo - Não sabia de Emmerich estava planejando um novo "Independence Day". Lá vai ele destruir o mundo novamente...rs

Abraço

Amanda Aouad disse...

Juro que tentei me divertir, rs. Mas, tenho que concordar com Gustavo que o filme apela.

bjs

Hugo disse...

Amanda - Realmente é um filme ruim, vale apenas pelas cenas grandiosas de destruição.

Bjos

Bússola do Terror disse...

O filme antes de mais nada repete aquilo que todo mundo já sabe (os governos dos países estão ´walking and shiting` pro povo) em meio a cenas de catástrofes naturais que se manifestam em fase extrema.
Vale a pena ser visto por quem gosta de filmes sobre catástrofes.

Hugo disse...

Léo - A premissa é interessante, mas o roteiro é fraquíssimo. Como citei, o que vale são apenas as cenas de destruição.

Abraço