sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Sem Sentido

Sem Sentido (Elephant Sights, EUA, 2012) – Nota 6,5
Direção – Ed Simpson
Elenco – John Cariani, Edward Asner, Mike Fite, Jack Kehler, David Wells.

Joel (John Cariani) é um advogado que se mudou para o subúrbio de uma pequena cidade com sua esposa e dois filhos pequenos. Numa determinada manhã, Joel é abordado pelo idoso Leo (Edward Asner) em uma lanchonete e recebe o convite para uma reunião no próximo final de semana. 

Pensando ser um local onde poderia conseguir novos clientes, Joel fica surpreso ao encontrar o falante Dink (Jack Kehler) e logo em seguida chegarem o estressado Nick (Mark Fite) e o ex-pastor Perry (David Wells), sem contar o próprio Leo. Por ser um sujeito tímido e inseguro, Joel tenta de todas as formas ir embora e não entende o que aqueles sujeitos fazem ali, contando histórias, discutindo sobre a vida e relembrando um outro amigo que faleceu, numa espécie de terapia que ao final do dia mudará a forma de como Joel encara a vida. 

Este diferente longa é uma produção independente dirigida e escrita pelo novato Ed Simpson, que se baseou em seu próprio livro para contar um dia na vida de pessoas comuns, que mesmo sendo bem diferentes entre si, colocam a amizade em primeiro lugar. 

O elenco é competente, tendo como rosto mais conhecido o veteraníssimo Edward Asner como uma espécie de líder natural do grupo e como destaque a interpretação introspectiva de John Cariani, ator que tem como papel mais conhecido o de legista em vários episódios da extinta série “Law & Order”. 

O título original é explicado próximo do final, quando o personagem de Edward Asner conta uma parábola sobre elefantes, história que resulta na melhor sequência do longa e numa verdadeira catarse do personagem de John Cariani. 

É um drama simples, diferente e estranho em alguns momentos, que vale como curiosidade cinematográfica. 

2 comentários:

Amanda Aouad disse...

Fiquei curiosa com essa parábola sobre elefantes, rs.

bjs

Hugo disse...

Amanda - É um filme diferente e um pouco estranho.

Bjos