terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Dia 20 - Melhor Comédia Romântica

Luzes da Cidade (City Lights, EUA, 1931) – Nota 10
Direção – Charles Chaplin
Elenco – Charlie Chaplin, Virginia Cherrill, Harry Myers, Florence Lee, Allan Garcia, Hank Mann.

Chaplin não poderia ficar de fora de uma lista com os melhores, por isso escolhi "Luzes da Cidade" como melhor comédia romântica, uma obra sensível em sua magnífica carreira.

O roteiro tem como protagonista um vagabundo (Charles Chaplin) que se apaixona por uma vendedora de flores cega (Virginia Cherrill), que ao ouvir o motor de um carro de luxo, pensa que ele é um milionário. Na verdade o milionário (Harry Myers) é um homem triste e alcoólatra que tenta se suicidar mas acaba sendo salvo pelo vagabundo. A questão é que o milionário quando fica sóbrio não reconhece o vagabundo na rua e o trata terrivelmente. 

Em meio a esta história, o vagabundo descobre um médico que pode curar a jovem, porém o preço é alto e ele resolve tentar de tudo para conseguir o dinheiro, até mesmo disputar uma luta de boxe. 

O longa foi feito quando o cinema estava em fase de transformação, os filmes mudos estavam acabando com a chegada do som, mas mesmo assim Chaplin preferiu filmar um história sem diálogos, porém com som, onde as expressões e atitudes dizem mais que muitas palavras. 

Para muitos é a obra prima de Chaplin, este filme sensível e triste em alguns momentos, mas que no final deixa uma bela mensagem de esperança. 

6 comentários:

Emerson disse...

Concordo com a escolha. Luzes da Cidade tem um dos finais mais bonitos da história do cinema!!!

Abraço!!!

Amanda Aouad disse...

Lindo filme, de fato.

bjs

Celo Silva disse...

acertou em cheio!

Fábio Henrique Carmo disse...

Não poderia ter escolhido melhor! Genial!

Jefferson Clayton Vendrame disse...

Hugo, como vai?
Filmão cara, me lembro que o vi pela primeira vez no colégio já a alguns anos atras, Chaplin é Chaplin né...
Ótimo artigo, como sempre seus textos são muito bons,

Abração

Hugo disse...

A todos - Chaplin é inquestionável, este trabalho é provavelmente seu melhor filme.

Abraço