terça-feira, 13 de dezembro de 2011

007 - O Espião Que Me Amava

007 – O Espião Que Me Amava (The Spy Hwo Loved Me, Inglaterra, 1977) – Nota 8
Direção – Lewis Gilbert
Elenco – Roger Moore, Barbara Bach, Curt Jurgens, Richard Kiel, Caroline Munro, Bernard Lee, Lois Maxwell, Desmond Llewellyn.

Alguns submarinos nucleares britânicos e soviéticos foram roubados. O serviço secreto inglês envia James Bond (Roger Moore) ao Egito para seguir uma pista, acreditando que alguém estaria vendendo as rotas marítimas destes submarinos em um microfilme. No Egito, Bond cruza com a espiã soviética Anya Amasova (Barbara Bach, ex-mulher de Ringo Star) e juntos passam pela Itália e Áustria até encontrarem o vilão Stromberg (Curt Jurgens). 

O longa foi um dos maiores sucessos da série, conta com Roger Moore no auge do personagem e teve até três indicações ao Oscar (Direção de Arte, Trilha Sonora e Canção). É também o primeiro filme após a separação dos produtores Harry Saltzman, que passava por problemas financeiros e pessoais e Albert R. Broccoli, que passou a ser o dono da série até sua morte. Hoje a produção está nas mãos de sua filha, Barbara Broccoli. 

A produção teve outros problemas, como as mudanças que os roteiristas fizeram na história, que ficou bem diferente do livro de Ian Fleming. Este atraso acarretou a saída do diretor Guy Hamilton, que foi o responsável pelos dois filmes anteriores da série com Roger Moore, além de dois outros com Sean Connery. Em seu lugar entrou Lewis Gilbert, que havia dirigido “Com 007 Só Se Vive Duas Vezes”, longa com Conney no papel principal. 

Como todos os filmes de Roger Moore no papel de Bond, este também tenta cenas que chegam a ser engraçadas, graças ao estilo irônico de Moore e algumas cenas de ação exageradas, como a perseguição inicial nos Alpes, que termina com Bond pulando num penhasco e abrindo um paraquedas com a bandeira do Reino Unido.

5 comentários:

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

O melhor momento de Moore como Bond e o vilão também é muito bom.

O Falcão Maltês

Rodrigo Mendes disse...

Moore é uma graça como Bond, além de ser charmoso com as mulheres. Um James Bond no ponto depois de um machão Sean Connery. Concordo que os exageros cômicos e muita cena de ação no nível fantasia não classifica este filme obra -prima ou qualquer outro 007 com Moore. Em Moonraker, por exemplo, ele vai literalmente ao espaço! Rs! Mas aqui tem um clima bom de romance e excitação. É filme-pipoca mesmo!

Toda mulher aprende a amar Bond!
Abs.

Amanda Aouad disse...

Roger Moore não é dos meus preferidos como Bond, mas nesse filme ele está bem, e a trama é envolvente.

bjs

Silvano Vianna disse...

Sempre curti a fase Roger Moore da franquia, bom filme.

Venho aqui também para convidá-lo a participar de um meme sobre cinema.


http://discursohumanista.blogspot.com/2011/12/um-mes-31-filmes.html

Hugo disse...

Antonio - Roger Moore estava no auge do personagem.

Rodrigo - Concordo, os filmes com Moore como são divertidos, fogem do estilo sério de Sean Connery. Quem chegou mais próximo de Moore no papel foi Pierce Brosnan.

Amanda - Provavelmente o melhor filme de Moore como Bond.

Silvano - Obrigado pelo convite, vou visitar seu blog para ver qual é o meme.

Abraço a todos