segunda-feira, 27 de junho de 2011

Elite de Assassinos


Elite de Assassinos (The Killer Elite, EUA, 1975) – Nota 7
Direção – Sam Peckinpah
Elenco – James Caan, Robert Duvall, Arthur Hill, Bo Hopkins, Mako, Burt Young, Gig Young, Tiana.

A dupla de mercenários Mike Locken (James Caan) e George Hansen (Robert Duvall) trabalha para uma organização que presta sujos principalmente para a CIA. Numa destas missões, George mata o sujeito que eles estão protegendo e atira no braço e no joelho do amigo, mas o deixa vivo. Mesmo sendo tratado como inutilizado pelos chefes da organização (Arthur Hill e Gig Young), Mike faz de tudo para se recuperar e voltar a ativa. A chance aparece quando um importante oriental, Yuen Chung (Mako) precisa de proteção após ser jurado de morte pelo líder de um grupo de ninjas que ainda contratou George para cumprir a missão. Mike reúne dois velhos companheiros (Burt Young e Bo Hopkins) para proteger o homem e se vingar de George. 

Este filme é talvez o trabalho menos conhecido do grande Sam Peckinpah, que usa temas recorrentes a sua filmografia, como a violência em câmera lenta, os diálogos cínicos e a luta de personagens que precisam provar ainda serem úteis. 

Peckinpah brinca ainda com o sucesso dos filmes de ninja da época, ao mostrar na sequência final os ninjas serem trucidados pelas metralhadoras dos mercenários e diferente dos filmes de ação atuais, a primeira hora é quase toda voltada para a recuperação do personagem de Caan, que se prepara para o momento da vingança. 

Não é o melhor de Peckinpah, mas mesmo assim mostra que um filme de ação não precisa ser rápido e repleto de cortes, mas apenas uma boa história misturada com sequência bem filmadas e atores competentes com certeza rendem uma boa diversão.

2 comentários:

Celo Silva disse...

Assisti um do Peckinpah essa semana, se quiser de uma olhada:
http://umanoem365filmes.blogspot.com/2011/06/152-pat-garrett-e-billy-kid-sam.html

Esse ainda não assisti, mas fica a dica. Vlw

Hugo disse...

Celo - Peckinpah foi um grande diretor, mas eu ainda não assisti "Pat Garrett e Billy the Kid".

Abraço