terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O Lobisomen


O Lobisomen (The Wolfman, EUA, 2010) – Nota 6,5
Direção – Joe Johnston
Elenco – Benício Del Toro, Anthony Hopkins, Emily Blunt, Hugo Weaving, Art Malik, Geraldine Chaplin.

No final do século XIX, o ator Lawrence Talbot (Benício Del Toro) recebe um carta da noiva de seu irmão, a bela Gwen Conliffe (Emily Blunt), informando que seu irmão morreu após ser atacado por uma criatura desconhecida. Afastado de casa por muitos anos, Lawrence retorna para tentar descobrir o que houve e reencontra seu pai, o distante John Talbot (Anthony Hopkins), com quem nunca teve uma boa relação. Um novo ataque acontece num campo de ciganos e desta vez o inspetor Abberline (Hugo Weaving) desconfia que o responsável seja o próprio Lawrence, que se feriu com gravidade, mas ficou totalmente curado rapidamente. 

O longa é uma refilmagem do clássico da Universal de 1941 (filme que ainda não assisti) e acaba seguindo o caminho de por exemplo “Van Helsing”, deixando a história em segundo plano e dando ênfase aos efeitos especiais, que por sinal são ótimos. 

Apesar dos nomes de peso de Del Toro e Anthony Hopkins, o melhor do filme é a parte técnica, que tem nomes como Milena Canonero no figurino e o grande maquiador Rick Baker, responsável pela transformação da criatura aqui e no já clássico “Um Lobisomen Americano em Londres” de John Landis. 

Temos ainda a inconfundível trilha sonora de Danny Elfman, colaborador habitual de Tim Burton. Como dica, para quem gosta de música dos anos oitenta, procure os trabalhos de grupo Oingo Bongo, o qual Elfman era vocalista e emplacou vários hits na época.

No geral é um filme razoável, daqueles que se esquece facilmente e com resultado inferior ao que prometia.

6 comentários:

Rafael W. disse...

Também gostei, é divertido, tem algums cenas legais (apesar de exagerar um pouco na violência), e a parte técnica chama mesma a atenção. Figurinos, fotografia, cenários, tudo muito bonito.

http://cinelupinha.blogspot.com/

M. disse...

Esse lobisomen eu não vi ainda. Fiquei curiosa para conhecer! um abraço.

Edson Cacimiro disse...

Realmente a parte técnica é o melhor do filme, a gente assiste e esqueçe do filme fica só vendo os cenários, figurinos, efeitos...

Hugo disse...

Rafael - Deixaram a história em segundo plano e deram ênfase aos efeitos e a violência.

Márcia - Se você gosta do gênero, assista.

Edson - A parte técnica é de primeira.

Abraço a todos

Kahlil Affonso disse...

eu gosto muito desse filme... uma grande homenagem aos clássicos de horror da universal

http://filme-do-dia.blogspot.com/

Hugo disse...

Kahlil - Ainda não assisti o original.

Abraço